Veja algumas fotos do show de ontem, em Toronto, tiradas pelo site ChartAttack.com, aqui.

Fonte: @basetendencies

 

Foi aberto um tópico no fórum oficial da banda, o Babalon, para que os fãs postassem seus pedidos para que essa turnê seja registrada em DVD. Os fãs podem falar o por que gostariam de ter esse DVD e o que seria legal ter, por exemplo: Cenas de bastidores etc.

Você tem que ser registrado para postar (em inglês, logicamente). Caso já seja um membro do fórum, é só clicar aqui para ir direto ao tópico.

PS: Lembrando que o tópico será mais tarde mostrado para o Manson!


We´re posting this news also in English because this one deserves to be read all over the world!

Manson resquest: DVD/Blu-Ray The High End of Low Tour

A thread was opened on the band´s official message board, Babalon. This thread is for the fans who wants a new live footage, which would approach the current tour, of course. The fans can say why they want this DVD and also talk about what would be good to include, for example: Backstage scenes etc.

You have to be registered to post. But, if you´re already a member, you just need to click here to view the thread.

Reminder: the thread will be foward to Manson!

Mais uma data foi adicionada dentre os shows que a banda fará no Reino Unido em Dezembro. A banda tocará também no dia 10/12/2009 @ O2 Academy, em Brixton, Inglaterra.

Fontes: TheHighEndofLow.co.uk (newsletter) | Last.FM

1. Intro
2. We´re from America
3. Disposable Teens
4. Pretty as a Swastika
5. Little Horn
6. Irresponsible Hate Anthem
7. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
8. WOW
9. Leave a Scar
10. The Dope Show
11. Wight Spider
12. Rock is Dead
13. Sweet Dreams (Are Made of This)
14. Rock n´ Roll Nigger
15. Dried Up, Tied and Dead to the World
16. The Beautiful People

Vídeos

We´re from America

Little Horn

Irresponsible Hate Anthem

The Dope Show

Rock is Dead

Sweet Dreams (Are Made of This)

The Beautiful People

O Escasso fim do Alto

Enquanto Marilyn Manson recentemente ameaçou de morte qualquer jornalista que difamasse ele ou sua banda no Twitter, Nick Toupee assume a responsabilidade e tenta sair com sua vida intacta.

2009 tem sido um ano de sucesso sortido para Brian Hugh Warner – aka Marilyn Manson. Seu mais novo álbum, The High End of Low, foi lançado em Maio, e marca o retorno do antigo parceiro de banda Twiggy Ramirez, que deixou a banda em 2002. Um documento dos dois últimos anos turbulentos na carreira de Manson e contendo algumas de suas composições mais pessoais até agora, o The High End of Low tem sido sujeito a vigilância mais crítica e próxima pelos fãs e imprensa, depois do histórico emocional mostrado no Eat Me, Drink Me. A questão a ser perguntada, é se o descarrilamento público recentemente rende seu papel como o Arch Duke do rock n´ roll, dissipando uma paródia; se seu jogo de cintura com a controvérsia e sucesso no mainstream tem dado caminho a um deslize nas paradas e mentes do público. Entrevistas em torno do lançamento do álbum, sombrancelhas crescidas, risos intoxicados e comportamento aleatório foram os combustíveis para a especulação de que Manson esteja alcançando o escasso fim do escasso.

Manson está ciente dos rumores. Ele descreve o último ano de sua vida como um processo redentor, e gravar esse álbum com o Twiggy foi a chave para sua ressurreição emocional. “Quando você perde algo importante na sua vida, você tem que descobrir como lidar com isso,” ele explica sobriamente. E não é sua ex-mulher, Dita Von Teese, ou sua ex-namorada, Evan Rachel Wood, que ele está lamentando – é a perda de Twiggy Ramirez em 2002. “No tempo que não fiquei com Twiggy, foi como se eu não estivesse com o meu irmão. Encontramos nossa conexão não com palavras, mas musicalmente, e nunca tivemos isso com mais ninguém. É uma conexão diferente – é masculina e não-sexual – bem, na maior parte do tempo, exceto por alguns gestos...” ele dissipa com uma risadinha. “Se você tenta substituir algo assim com algo mais forte ou diferente, e quando você é e tem escolhido ser alguém que não é considerado humano por outros na maior parte, você quer encontrar amor ou algo. Amor, ponto de interrogação nesse caso.”

O The High End of Low é um documento biográfico da perda, a confusão emocional subsequente e eventual redescoberta de Manson. O álbum começa com o término de seu relacionamento com a atriz Evan Rachel Wood e atua em um período de tempo real de introspecção e mudança fundamental. Algo que Twiggy poderia se relacionar; indo ao rompimento de si mesmo na época. Manson acha que o álbum é como um modelo de terapia que funcionou para ambos. “[O álbum] era sobre a estória que eu queria contar e Twiggy e eu estávamos indo diante de algo muito similar na época que o escrevemos. Como toda estória clássica na literatura, como Lúcifer caindo do céu, era sobre querer encontrar e se conectar com alguém. O que eu aprendi foi que se você pudesse desistir de suas asas, quando você desiste do que você é, você nunca será amado, você tem que aprender isso através da perda.

Eu descobri por viver sozinho pela primeira vez no período de fazer o álbum. Eu sobrevivi e percebi que não preciso de ninguém, eu fiz a importante distinção enquanto escrevia o álbum: que há uma diferença entre amor e dependência, desejo e fraqueza. Eu percebi que não preciso de ninguém, posso ficar sozinho; embora não signifique que não queira ser amado.  Mas posso sobreviver com nenhuma das coisas que eu me importo agora e que mataria e morreria; as coisas que tenho agora – todas as pessoas que acreditam em mim agora, pessoas que tem se prendido a mim, não estão para ser fodidas se elas sabem o que é bom para elas.

Da primeira música no álbum (Devour) até a última (15), Manson e Ramirez dissecaram o amor e a perda – começando com o coração partido e suicídio, e acabando com uma cruel reinvidicação de sua dependência. “Uma estória contada em tempo real enquanto eu escrevia. Começa com futilidade, um drama romântico de Shakerspeare: “O mundo não entende, então vamos morrer juntos.” Essa foi a primeira faixa, Devour. Foi eu dizendo a qualquer um que quisesse ouvir: “Isso sou eu, isso é o que eu faço, e não quero você me autorizando a fazer isso.” Eu estava vulnerável. Perigoso e vulnerável. Na época que escrevi Four Rusted Horses, eu estava referenciando minha criação bíblia, e símbolos que acho que são importantes. Eu estava usando-os de uma maneira antirreligiosa, apenas pintando um quadro literal enquanto eu vivenciava. Então eu senti a confiança para usar o sarcasmo: Eu o usei na Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon e adicionei profanidade para ser fútil. Eu me autorizei a ser engraçado do jeito que sou com meus amigos, o que foi bem libertador para mim. Então peguei o embalo e percebi que não estava tão fraco como o eu achei que estivesse. O álbum começa a ficar raivoso daqui e continua ficando cada vez mais raivoso e desagradável. Fica mais obscuro com Into the Fire, minha manifestação de renascimento. Estava escrita em torno das paredes do meu quarto com batom.

Eu não achei uma caneta,” ele ri, “Mas eu quis estar apto a vê-la todo dia que eu acordasse. Era para ser a última faixa, mas eu acordei no dia 5 de Janeiro, que era meu aniversário, e percebi que não era como eu queria que o álbum terminasse; eu precisava de redenção. E então gravei a 15. Fui para o estúdio às 11:30 da manhã e cantei a música em uma tomada; veio do nada, apenas aquela melodia e as palavras que saíram de dentro de mim, e então o álbum estava finalizado.”

Manson resolveu sua crise de identidade e agora está preparado para se aceitar, mais como um simples acidente emocional esperando para acontecer. De fato, ele diz que encontrou otimismo e um lugar no mundo. “Eu acho que a atitude de querer matar para proteger o que eu tenho, é otimista: a opinião dos outros é pensar “Talvez nos matemos, o mundo não é nada além de dor.” Agora eu acredito que há coisas que valem amar – portanto eu sou mais perigoso com esse pensamento. Se eu estou pintando ou performando, acho que sou alguém que coloco coisas no mundo, não as tiro, como os políticos e a religião. Eu creio em fazer o mundo um lugar melhor para viver. Acho não é melhor sentar e dizer “isso tudo é uma merda.” Eu tiro sarro das coisas, comento sobre, escrevo sobre.”

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