O site OCWeekly.com disponibilizou algumas fotos dos show de ontem (24/08) em Anaheim, Califórnia. Para ver todas, clique aqui.

1. Intro
2. We´re from America
3. Disposable Teens
4. Little Horn
5. Irresponsible Hate Anthem
6. Pretty as a Swastika
7. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
8. WOW
9. Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon
10. The Dope Show
11. Great Big White World
12. Rock is Dead
13. Leave a Scar
14. Sweet Dreams (Are Made of This)
15. Rock n´ Roll Nigger
16. Tourniquet
17. The Beautiful People

Vídeos

We´re from America

Pretty as a Swastika

Disposable Teens

Irresponsible Hate Anthem

Four Rusted Horses (Opening Titles Version)

WOW

11/11/2009 @ Hartwall Areena, Helsinki, Finlândia

Fonte: Last.FM

1. Intro
2. We´re from America
3. Disposable Teens
4. Little Horn
5. Irresponsible Hate Anthem
6. Pretty as a Swastika
7. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
8. WOW
9. Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon
10. The Dope Show
11. Great Big White World
12. Rock is Dead
13. Leave a Scar
14. Sweet Dreams (Are Made of This)
15. Rock n´ Roll Nigger
16. Tourniquet
17. The Beautiful People

Sem vídeos ainda.

O shock rocker, que vem para Anaheim na próxima semana, fala sem malícia.

Por: Kelli Skye Fadroski


São 23:00 em uma noite de Quarta-Feira. Marilyn Manson vai ligar?

A entrevista estava prevista para começar às 20:00, mas um de seus capangas me ligou às 22:15: “Ele vai ligar em breve, eu juro. Suas entrevistas são longas. Marilyn dora falar.”

Finalmente o telefone toca e é Manson, com um humor agradável, mas ainda obscuro.

“Espera, você estava dormindo?” ele pergunta, rindo.

Aqui começa nossa conversa na madrugada – ele compartilha de que sou a primeira mulher que ele falou no dia, e depois explica como gosta de conduzir as entrevistas: “Normalmente faço um monólogo e você escuta.”

Isso deve funcionar com outros, mas há muito para falar apenas para deixá-lo tagarelar.

Nos dois anos que passaram entre o “Eat Me, Drink Me” em 2007 e seu lançamento de Maio, “The High End of Low,” Manson passou por um bocado. Ele jogou seu coração fora sobre seu ausente relacionamento e eventual divórcio com a famosa modelo burlesca, Dita Von Teese, no “Eat Me, Drink Me,” ainda que ele diga que muitas críticas incompreenderam o álbum, chamando o de feliz, quando Manson o considera longe de ser uma salvação.

Ainda, ele insiste que não é apenas uma “má reputação.” Ele não está amarelando em ver alguém em um momento particular, mas ele namorou a atriz Evan Rachel Wood até os dois romperem no final de 2008. Julgando por sua risada irônica e profunda para a pergunta sobre sua vida amorosa, tenho certeza que ele não tem tornado-se celibatário. Apesar de tudo, quem não queria namorar um artista torturado, cujo sua cantada favorita é “Quero te incendiar”?

Manson tem estado na área no mês passado, encabeçando o Mayhem Festival em San Bernardino com o Slayer – mas ele volta na área essa semana, para fazer um show muito mais intimista, no Grove of Anaheim na noite de Segunda-Feira.

Ele diz que seus shows serão uma mistura do velho com o novo, especialmente vendo que seu mais novo álbum é o primeiro que ele fez que, na verdade, gosta de escutar. Também entrou para o time o baixista original da banda, Twiggy Ramirez, que saiu d banda para tocar com o Nine Inch Nails e A Perfect Circle, depois que os dois se separaram em 2002.

“Acho que pegamos um argumento que deveria ter sido resolvido,” Manson diz, “mas éramos como namorado e namorada e nenhum de nós nos ligamos no dia sguinte. E isso durou por seis ou sete anos. Esse é o álbum que sempre quisemos fazer, e acho que isso (a luta) aconteceu por uma razão. Precisávamos ficar longe disso, longe um do outro.”

Ainda, só porque Manson se cooperou, não quer dizer que esse álbum é sol e rosas – longe disso, de fato.

Ele passou por emoções ainda cruas que ele experienciou antes de se divorciar, que o deixou em depressão. A tentativa de sua ex-mulher em uma intervenção, ele diz, foi “quase cômica” – ele relembra sendo enganado por ser levado a um quarto cheio de amigos e um médico, sentados em círculo.

“Eu disse ao médico, “eu sei mais sobre psicologia do que você, porque eu leio e você tem mudanças de ideia – e estou indo para o outro quarto cheirar uma grande carreira de cocaína.”

Eu não tive a coragem, a energia ou a iniciativa de me matar, o que é triste. Eu sempre digo a todos, “Escute, pare de pegar suas calças com feixe porque estou escrevendo nas paredes, sangrando e atirando. Se eu for me matar, sério, vou levar várias pessoas comigo.” Não é para ser algum tipo de nota “adeus, mundo cruel”...”

“Todos estão sempre preocupados com o que minha música faz para as outras pessoas. Eles precisam se preocupar sobre o que eu farei nas pessoas.” Essa é a mesma atitude que Manson tem na nova faixa “Leave a Scar,” na qual ele geme em uma voz grave: “I’m well aware I’m a danger to myself/Are you aware I’m a danger to others?”

Isso é bem normal em seu mundo. É o Manson clássico, criando tipos de letras que ainda assustam os pais do subúrbio, o tipo que apontou o dedo em sua direção depois do massacre no Colégio Columbine, em 1999.

Tendo amado e perdido, Manson agora canta sobre estar tão baixo que teve que olhar para cima para ver o inferno. O momento final do disco, intitulado “15,” ele compartilha detalhes sobre seus romances fracassados, acabando o álbum proclamando “I’ll teach you about the loss.”

“É sobre ter um real sentido de compreensão de perda e amor e o que tudo isso significa,” ele diz sobre o álbum. “ Soa muito apelativo dizer, “Oh, vou morrer com você” e “Te amo tanto que morreria com você.” Não me diga isso depois que escrevi a “15,” porque se você disser e então me deixar... é melhor correr muito rápido. Vou te assombrar e te matar porque você disse que estaríamos juntos até morrer.

Não vou fazer essa promessa até que signifique algo. Se significar... te comprarei flores todo dia.”

Quando ele não pode se expressar através da música, Manson pinta. Ele tem hospedado várias galerias para exibir o seu trabalho, e conta com dúzias de seus exemplares à venda em seu site oficial. Ele pinta o que vier na mente; dos retratos que ele fez no passado, incluindo algumas de suas ex-namoradas, seu trabalho é um meio de dizer: “Isso é como me sinto sobre você.” Também na coleção do Manson estão vários auto-retratos, imagens de Cristo e alguns quadros da famosa vítima de assassinato, Elizabeth Short (aka the Black Dahlia).

Manson diz que ele não sabe o que futuro aguarda para ele – e ele diz que não lembra muito do passado, embora tenha marcas... que foram publicadas em uma biografia com o título, lançada em Fevereiro de 1998, “The Long Hard Road Out of Hell.” Por agora, entretanto, ele diz que é apenas conteúdo.

“Eu tive tudo e eu tive tudo isso tirado de mim. Mas estou satisfeito que moro em um hotel e tenho dinheiro o suficiente para comprar comida de gato e drogas – e estar apto a impressionar belas garotas, que ficam maravilhdas com o meu elogio idiota.”

 

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