Um grupo, autodenominado cristão e fiel aos preceitos da Bíblia, se manifestou na entrada de um show de Marilyn Manson realizado na noite de terça-feira (25/8), na cidade de Pomona, Califórnia, Estados Unidos.

Os manifestantes exibiam cartazes de orientação religiosa com mensagens como: "Creia em Jesus ou acabe no inferno!", "Você conhece Jesus da Bíblia?" e "Cuidado, o inferno espera por você".

O grupo não pertencia a nenhuma religião específica. De acordo com o jornal, o público do show "não pareceu se incomodar com os manifestantes".

Fonte: Cifraclub News

O show que acontecerá em Minneapolis no dia 14/09 mudou de lugar. Agora o show acontecerá no State Theater. A mudança ocorreu pelo fechamento da casa Myth.

Informações mais completas (e em Inglês) aqui.

Fonte: @basetendencies

Como prometido, aqui estão os scans e a transcrição da matéria feita pela revista Inglesa Metal Hammer, que está presente na edição de Setembro.

Créditos pelos scans: firehazard | @MansonNews

 

     

 

QUEDA NA PARTE DE CIMA


MARILYN MANSON tem tido uma louca estrada ultimamente. De entrevistas bizarras a publicar ameaças a jornalistas, ele nos pegou se perguntando que porra estava acontecendo. Então não deveria ser nenhuma surpresa que tivemos mais do que barganhamos na parte de Los Angeles da turnê no Mayhem.

Por: Mörat | Brad Miller

O camarim do Marilyn Manson é escuro o suficiente para que seus olhos precisem de um tempo para se ajustar. O ar-condicionado vibrando o quarto para uma perfeita temperatura, como você imaginaria uma antiga adega de vinho. A cortina preta diante da porta dá a impressão de que você entrou na cabana de uma cartomante no circo. Manson acena com a cabeça para seu segurança gigante e oferece um copo de absinto. Não, obrigado; vai me deixar meio débil.
“Débil?” Manson levanta uma sombrancelha como se ficasse intrigado, mas entrega uma cerveja já aberta.
Dada a reputação de Deus da Foda, ou pelo menos sua compreendida reputação, pegar uma cerveja aberta dele pode ser arriscado; poderia estar cheio de sedativo, ácido líquido, restos humanos... quem sabe? Mas foda-se, foi um longo dia. Ouvidos apitando e queimaduras de sol, é sobre tomar uma vez inesperada.
Marilyn, supostamente traumatizado após seu recente tratamento pelos tablóides Ingleses e fugindo da imprensa, está para dar uma de suas entrevistas mais imparciais à Metal Hammer, virando nossos dados cinco minutos (o máximo que qualquer banda faz hoje) em quase uma hora. Estávamos aqui apenas para fazer uma review do show...

A noção de fazer uma review da segunda edição do Mayhem Festival, no San Manuel Amphitheatre, em San Bernardino, Califórnia, em qualquer sentido tradicional, é completamente absurda. As temperaturas do meio-dia  estão batendo os 100 graus e, os palcos Jägermeister e Hot Topic estão situados lado-a-lado, então você tem que olhar diretamente no sol ou pegar um bocado de poeira e extraviar os cotovelos se aventurando na pista para uma visão melhor. Claro, é um grande dia para o rock em uma casa histórica (o sítio do primeiro Ozzfest, em 1996, para os iniciantes), com uma line-up que inclui Cannibal Corpse, God Forbid, Behemot, Trivium, Killswitch Engage Slayer e, claro, Marilyn Manson.
Mas, não se engane, isso pode ser um ambiente hostil; Já tiveram numerosas gangues aqui no passado, e hoje skinheads Nazistas mostram abertamente as tatuagens de Suástica, enquanto policiais super agressivos procuram qualquer desculpa para foder com as pessoas, mantendo um olhar alerta desnecessário nos Hells Angels da Nevada e Califórnia. Adicione isso ao fato de que “para sua segurança” água, comida ou guarda-chuvas de fora não são permitidos. Os recomendados oito copos de água por dia custam $40, e o melhor que você pode fazer é assistir a algumas bandas consecutivas antes de encontrar alguma sombra, como as milhares de crianças abarrotadas diante do caminhão da Union Ice Company tentando pegar seus respingos.  Não é muito longe daqui que o ex-campeão de peso médio da UFC, Evan Tanner, morreu de exaustão de calor em uma viagem ano passado, e mais cedo ou mais tarde, alguém vai morrer aqui também se os policiais não mudarem. E eles provavelmente vão culpar o Marilyn Manson.
Os pontos altos dos dois palcos incluem o The Black Dahlia Murder, que tocou um tornado de som e exigiu nos ver “bangueando nossas cabeças suadas,” O Cannibal Corpse, que oferece tais clássicos revoltados, como I Cum Blood, e o Trivium, que acha que os públicos Americanos podem ser mais barulhentos que os Europeus. Apesar do frontman do Bullet for my Valentine, Matt Truck “lutar com o calor,” os únicos representantes do Reino Unido na turnê, abrem o palco principal com uma performance polida de suas músicas mais pesadas, seguido por Killswitch Engage que não, mais porque o guitarrista Adam D parece pensar que está no Motlëy Crüe e continua exigindo ver os seios das garotas.
Felizmente podemos dar uma saída para uma conversa rápida com o Slayer, que considera isso como o show na cidade natal, embora em um país diferente, e era uma das bandas aqui no primeiro Ozzfest, 13 anos atrás.
“Essa casa muda os nomes todos os anos, e então as pessoas vem até a cidade e não sabem aonde ir!” ri o guitarrista Kerry King. “Costumava ser brutal para outras bandas. Se você estivesse na frente do Slayer, eles jogariam merda em você até você sair. Ainda é um tanto quanto louco. Eu espero pelo caos aqui todo dia! Há vários policiais lá fora. É o primeiro sinal que fiz quando tive policiais comigo e estou tipo “Nossa, isso é estranho...” Mas então quando é Los Angeles e Slayer, há definitivamente um engano.”
Para lembrar, Kerry acha “legal” que o Slayer tenha sido banido de tocar em Los Angeles por quase uma década depois de um tumulto no Hollywood Palladium em 1988. Então o Slayer faz essa noite o que faz melhor: War Ensamble, Dead Skin Mask, God Hates Us All, chamas, pentagramas, uma nova música chamada Psychopathy, que vai arrancar o seu baço e bater na sua cabeça. Você sabe o placar. Implacável e brilhante.
Por comparação, Marilyn Manson batalha cedo em seus sets, com a abertura, We´re from America, na verdade sendo vaiada. Mas o público aquece com os hits, Disposable Teens, Sweet Dreams (Are Made of This), Irresponsible Hate Anthem e , por fim, The Beautiful People. Não é seu melhor show, mas certamente não é pior. Um triunfo de sorte diante de um tipo de público que vai gritar “Slayer!” por vinte minutos depois que eles tocaram.

Marilyn teve tempo de se acalmar depois de seu show, por meia hora, talvez mais, enquanto sentamos em um escritório da produção respondendo perguntas do já citado segurança: “Você já entrevistou o Manson antes?” “Para quem?” “Quando?” Tudo por cinco minutos. Não que Marilyn Manson não seja um nome familiar: Ele esteve no Tiros em Columbine, ele vendeu muitos discos, ele já esteve no Family Guy e Graham Norton Show. Sua mãe sabe quem ele é. Porra, até o Presidente sabe quem ele é.
Ele é o cara que você ama odiar. Mas ainda, cinco minutos! Vamos!

Mas agora estamos aqui com um aparente novo começo, livre de ordens e uma cerveja, e pego ligeiramente sem segurança. E Marilyn quer falar. Felizmente uma entrevista recente com o lutador de UFC, Dan Hardy, para o Defenders of the Faith da Hammer, providencia a primeira pergunta. Ele se perguntou o quão foi deixado do Brian Warner, ou Marilyn Manson se completou totalmente? Marilyn fala devagar. Todas as palavras foram consideradas.

“Acho que comecei a entender, no meio de essencialmente ter uma crise de identidade durante um ano ou dois, sem saber ou entender quem eu presumia ser, que há uma parte de mim que está no palco, na frente de estranhos, compartilhando meus pensamentos mais íntimos e há uma parte de mim que faz a mesma coisa, mas com as pessoas que conheço.
Então não são duas pessoas diferentes, é mais sobre tentar conciliar expondo seus segredos mais profundos em frente de pessoas que você não conhece e em frente de pessoas que você conhece. Para mim, às vezes, é mais fácil estar em frente de pessoas que não conheço, o que é meio foda.”
Marilyn continua para discutir a semântica do niilismo, basicamente dando uma resposta que tomou os nossos cinco minutos. Na deixa, o segurança aparece, mas Marilyn simplesmente diz “estamos falando” e o gigante desaparece.
Vamos a outros assuntos, conversa fácil sobre música gótica, artistas, a candidata a Vice Presidente, Sarah Palin... Marilyn votou pela primeira vez na eleição do ano passado. “Queria estar apto a dizer que estava lá quando eles votaram no cara negro!”
Pelo menos o Barack Obama tem uma boa desculpa se tudo der errado: culpar o Marilyn Manson. Aparentemente houve outro tiroteio em escola há alguns meses, o responsável por tal ato foi um garoto de 15 anos chamado Justin Doucet.
“Claro que eu comecei a ser culpado por todo tiroteio em escola,” diz Manson. “Mas até esse ponto, eu fico puto se não sou. Eu quero crédito onde o crédito é devido, se eu for crucificado e tiver a vigilância do FBI, ter shows cancelados e ter ido a falência com coisas como Columbine. Recentemente houve uma circunstância onde teve uma criança que disse “Salve Marilyn Manson!” e atirou na sua professora. Aquela seria uma circunstância onde seria mais legítimo apontar o dedo para mim, mas não foi tão apontado como Columbine, onde não foi [legítimo].
Como assim eles olham para coleção de discos e não para a estante de livros? É garantido que metade dessas pessoas tem uma cópia da Bíblia.
“Bem, a Bíblia,” diz Marilyn, que arrancou uma no palco hoje, ainda um movimento bravo nessas partes, “é a primeira e principal educadora e instrutora de conselhos e a origem do merchandise – o crucifixo. Mas se você quiser levar isso como literatura, realidade ou sei lá, não é o livro que as pessoas deveriam estar se apoiando para acusar os outros de serem uma fonte de violência por criar entretenimento, porque isso é tudo que está preenchido! Se eu estivesse na posição de argumentar qualquer coisa com os Cristãos e eu estive em uma escola Cristã, então eu conheço a Bíblia como a palma da minha mão, o que parece bem grosseiro de bolsas de sangue, auto-mutilação e diversão – eu diria a eles que não há nada mais violento que a Bíblia. Se eles a transformassem em um filme real e não algo com Charlton Heston, seria algo que eu assistiria.”

Houve muito tempo desde a superação dos nossos agendados cinco minutos, fomos ao assunto com o grande Hunter S Thompsom, que, transpira, Marilyn o conheceu através do amigo em comum Johnny Depp.
“Hunter foi alguém que eu estava muito próximo e mais recentemente, uma das pessoas que eu conheci que morreu completamente odiado pelos poderes que tinha,” ele diz “Eu tinha uma relação estranha com o Hunter, onde ele me ligava toda noite – bem, noite, dia, tanto faz – por três anos. Não sei se são três anos porque eu era o único que mantinha os mesmos horários que ele, mas ele me ligaria às 5 da manhã tipo, “Hey, Manson! Olhos-de-merda” Ele me chamava de olhos-de-merda, que é uma das coisas mais engraçadas! Eu recebi uma ligação do Johnny, talvez seis ou sete anos atrás, às 4 da manhã: “Manson, você tem que vir ao Viper Room! O Hunter quer te conhecer!” Então eu fui e ele veio com aquela coisa toda de armas de fogo e narcóticos, que já era de se esperar, nada menos do que super-dramático no melhor sentido. Mas não tentando, nós nos ligamos automaticamente. Mais tarde, junto da linha, ele disse a seus amigos, e tornou-se bem conhecido, que eu era a única pessoa que ele tinha medo porque eu poderia ficar na ponta dos pés com ele!”
Estranhamente o suficiente, o segurança gigante não obstante, Marilyn parece um pouco intimidado e inacessível, um papel que ele provavelmente goste. Há poucos anos, quando ele tocou no Reino Unido com o Disturbed como banda de abertura, ele levou aos extremos de proibir as pessoas de fazerem contato visual com ele, então todos tiveram que olhar de longe enquanto ele passava.
“Ah, eu estava zoando!” ele ri e você se pergunta se ele já riu.
“Foi em partes porque eu ouvia na época da escola que o Prince não deixava as pessoas o olharem no olho, então vou dizer que você não pode olhar para mim. A outra parte disso era [no filme] Blue Velvet: “Você não vai olhar para mim!” Mas foi 100% zoando!”
Não é estranho ter esse poder?
“Eu gosto de ver do que eu posso fugir” Manson dá de ombros.  “Quando mais você vai fazer isso? Eu estive em diferentes lugares na minha vida e os momentos ruins, que eu diria que foi há um ano e meio, antes de finalizar esse disco, eu delimitei em ser uma pessoa que não tem nada a perder e isso é uma pessoa perigosa. Há uma letra no meu disco, Leave a Scar: “I´m well aware I´m a danger to myself/Are you aware I´m a danger to others?” Todos estavam muito cientes. Mas se você é muito ciente, então você não está fazendo nada quanto a isso. Você está satisfeito em viver fora dos proventos da minha insanidade! Mas então, ninguém pode te dizer como se fixar se você está fodido, não importa o que eles façam, e eu nunca quis ser aquele cara no AA. Eu fui a um encontro do AA uma vez, e me pediram um autógrafo e eu tipo “Isso não é anônimo! Isso é estúpido!” mas até que eu seja perigoso, inacessível ou assustador, acho que nesse último disco, eu estava apto a capturar minha personalidade um pouco melhor que antes, porque as músicas aparecem na ordem em que eu as cantei, o que eu nunca tinha feito antes. A primeira música é muito sobre assassinato/suicídio e isso é onde eu estava. Eu estava em um relacionamento onde tinha se tornado uma coisa teatral para a minha ex-namorada. Foi tipo “Vou me matar” e eu disse “ok” então peguei narcóticos o suficiente, a porra de uma arma e disse: “Vamos fazer isso, mas vou te matar primeiro porque não confio em você!”
Eu parei de fazer isso porque eu ri da situação. Eu olhei para isso e percebi que é ridículo! É como no True Romance, quando ela está batendo no cara e diz “Você parece ridículo!” Eu não tinha escrito nada até então, e na manhã seguinte eu escrevi aquela música.”

Como você se sente com todos os tablóides que você teve recentemente?

“Primeiro de tudo,” diz Marilyn, ainda muito escuro para deixar ele claro, “Toda a chegada em Londres foi “claustrofodida” porque eu estava esperando para ver minha namorada, Stoya, e ela foi detida na Customs por minha causa; ela estava trazendo meu guardarroupas e foi considerado arma de fogo por causa das balas na roupa. Então, todos os tablóides disseram que eu fui ao prêmio Metal Hammer e fui embora, mas eu nem tinha ido lá! Eu cheguei ao ponto onde eu não poderia acreditar que eles estavam mentindo e dizendo coisas que não existem. Claro que eu queria ir a um lugar que estava me honrando, mas eu não pude ir, então eles disseram que eu fui e fui embora e depois quis lutar com alguém!
Lembro da época que tablóides eram tablóides e confinados a mercearias, mas a internet mudou e o Reino Unido, infelizmente, é o epicentro disso.
Mas então eu lembrei que não há ponto de que eu quisesse que as pessoas falassem coisas boas de mim, mas eu também nunca quis que as pessoas que acreditam no que eu faço, e isso não se limita aos fãs; Eu não quero eles para verem algo baseado em uma circunstância que eu precise de super poderes para controlar. Eu simplesmente coloquei no meu site: “Morte a todos os jornalistas mentirosos”

Isso não te afeta em toda entrevista? Como você pode confiar em alguém que você está falando?

“Bem, vocês não são imperceptíveis,” Manson sorri. “E se você for dizer algo, simplesmente se apoia por trás do que você disse. Vários escritores se escondem por trás do anonimato ou dizem coisas imprudentes e, claro, ele sabem a trabalheira de processar sobre calúnia, mas o que eles não sabem, é que é fácil encontrar onde você mora e comprar um taco de baseball! Liberdade de expressão não vem com um convênio dentário. A coisa sobre a imprensa Inglesa, é que eles acham que são espertos e eu os acho bem amadores. Mas isso realmente não importa, porque não há nada que você possa dizer ou fazer a mim na imprensa que seja pior do que já aconteceu.”

Há uma calmaria, ouvidos ainda apitando e o barulho do ar-condicionado.

“Ok, é hora de eu fazer sexo” Marilyn diz abruptamente.

Não há sinal de nenhum sedativo batendo, então provavelmente é nossa hora de ir. A não ser, claro, que Manson nos dê boas drogas. Sempre o host gracioso, ele acena uma última vez e fecha a porta.

Little Horn (com o Kerry King)

Esse vídeo aliás, foi gravado por um cara da produção do show (é o Steve. O Manson já citou o nome dele em entrevistas e sempre o chama nos shows). Ele gravou mais alguns vídeos, inclusive de cima do palco. São muito legais de assistir! Clique aqui para ir até o canal.

A Metal Hammer falou com o Marilyn Manson, que esteve em turnê nos EUA tocando no Mayhem Festival. Enquanto a imprensa continua a banalizar uma das mentes mais inteligentes do metal, a Metal Hammer sentiu a necessidade de perguntar a ele as coisas que você quer saber as respostas.

Marilyn Manson fala sobre sua reputação como um niilista:
“É uma coisa estranha, porque pensei sobre esse conceito de quando alguém diz, “Eu não me importo com o que as pessoas pensam, vou fazer o que eu quiser!” Para mim, isso é uma coisa inapropriada, porque eu me importo com o que as pessoas pensam de diferentes maneiras: Me importo com as pessoas que conheço e mais amo, mas também me importo com o que as pessoas que não conheço pensam, no sentido de que quero que elas pensem e me entendam de um certo modo. Não baseio minha vida em torno de ninguém e não vou mudar o jeito que vivo para agradar algumas pessoas, mas me importo.”

“Se eu não me importasse, eu não seria um artista, eu seria um niilista e niilismo parece bem exaustivo. Não há razão em ser algum tipo de artista, escritor, pintor, mímico ou qualquer porra que você quiser ser se você não se importa. Você tem que se importar na ordem de estar apto a colocar algo no mundo, senão não teria razão. Não significa que sou positivo o tempo inteiro, ou um humanitário, democrata, republicano ou qualquer outra coisa específica, exceto que que eu não poderia ser um niilista, porque se contradiz a arte. Você pode ser imprudente e odiar o mundo, você pode ser agnóstico ou várias coisas, mas niilismo, se você quiser falar sobre o que as pessoas me definem ou mistifiquem, realmente não é possível. Sim, eu sou imprudente e às vezes não expresso preocupação com meu próprio bem-estar e expresso uma visão misantrópica sobre o mundo, mas para ter uma opinião, você não pode ser niilista.”

A entrevista completa está na edição de Setembro da revista. Possivelmente teremos scans e, claro, postaremos a matéria completa!
 

Fonte: @MansonNews | Metal Hammer

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10.01 @ Van Buren
12.01 @ House of Blues
13.01 @ House of Blues
16.01 @ Fox Theatre
19.01 @ The Complex
20.01 @ Fillmore
23.01 @ Aztec Theatre
24.01 @ House of Blues
26.01 @ Shrine Mosque
27.01 @ Brady Theatre
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KILL4MESAY10We Know Where You Fucking LiveMarilyn Manson - Prêmio de Ícone pela Alternative Press (2016) Third Day of a Seven Day BingeThe Mephistopheles of Los Angeles


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