O site MetalHead.ro disponibilizou um vídeo da banda tocando The Love Song no festival francês Hellfest, o show foi no dia 20/06. Confira o vídeo abaixo

Manson foi entrevistado no site da revista SPIN e, entre outras coisas, disse que estava jogando camisinhas com sêmen na parede antes de conceder a entrevista. Como disse o entrevistador: Saudável!

Confira a entrevista completa abaixo.
 

Marilyn Manson talvez raspe suas sombrancelhas, mencione Absinto, consuma narcóticos, cante sobre suásticas e simule masturbação no palco, no telefone, o homem nascido Brian Warner é mais falador que uma garota da sétima série – o cara fala, fala, fala, fala... sem pausa. E isso é loucamente divertido – e, às vezes, revoltante.
Enquanto ligávamos para o Manson para discutir o The High End of Low, sua reunião com o baixista Twiggy Ramirez, que estreiou em 4º lugar no top 200 da Billboard no mês passado, o rockeiro sempre teve outras coisas na sua mente – quem somos nós para mudar o assunto?
Por quase duas horas, Manson tocou perto de todos os aspectos de sua vida, de seu hábito de 200,000 dólares em drogas na turnê, ser culpado por tiroteios em escolas, à sua depressão depois de romper com sua namorada, a atriz Evan Rachel Wood. Ele cruzou todas as linhas da decência (como sempre), revelando em um momento que ele tem arremessado camisinhas com sêmen em uma parede antes da nossa entrevista. Saudável!
Manson move-se rápido e tem muito a dizer, mesmo se inteligente, nojento, assustador, perceptivo, ridículo, inacreditável ou sentimental – então segure-se.

Hey Marilyn, como vai?
Depende, vamos fazer uma entrevista “cague no Manson” ou faremos uma boa entrevista?

Essa será a melhor entrevista
Bom... Eu ia mandar um e-mail para você com uma foto que eu tirei. É um novo exemplar de arte moderna que eu criei. Vamos chamar esse trabalho de meu Jack-off Pollack, ou algo do tipo. Eu tive duas camisinhas – coisas estranhas para mim, não tenho visto-as durante 25 anos – e as joguei no espelho, e elas grudaram e então formou esse exemplar de arte moderna. E não consigo decidir como chamar. Estou pensando em chamar de “Não Quero Você para ser Amaldiçoado com minha Criança Retardada,” ou “Não é Apenas Amor, é Estilo de Vida,” porque elas eram camisinhas Estilo de Vida.

Os nomes seriam diferentes se elas fossem camisinhas Troianas ou Magnum?
Acho que sim. Só estava curioso com o que eu poderia fazer com uma camisinha cheia do meu sêmen, outro que óbvio machucado que uma poderia fazer.

Bem, você sabe, você poderia ser higiênico e jogar fora?
Eu estava tipo um piñata de doenças, bebês e confusão. Estão literalmente caindo enquanto falamos, as duas. Queria ter certeza que você sabe que posso performar. Quero ter certeza que minha habilidade sexual está estabilizada aqui. Adoraria que essa foto fosse para a capa da SPIN.

Como vai com o título do seu álbum, The High End of Low?
Fui diante de um duro período durante o Natal, no qual eu aprendi a diferença entre amor e dependência, e a diferença entre fraqueza e desejo. E isso fez uma grande diferença na minha vida.
Então voltei [ao estúdio] dia 2 de Janeiro e vi meus únicos amigos, que nesse ponto é a banda e todos me perguntaram, “Como você está?” E eu disse, “Bem, estou no grande fim do escasso.” E automaticamente sabia que esse seria o nome do álbum.

Explique.
Realmente define o álbum, que é sobre cair do paraíso e tentar se fixar e ser aceito como um mortal ou uma pessoa normal quando as pessoas não te olham como tal. É também sobre desistir do que você é e provar que você ama alguém mais do que ama a você mesmo. Quando você pega aquele ponto, você é “inamável”. E para mim, em metade do álbum você pode ouvir isso. Eu fui de desespero à raiva. É como passar através dos estágios de destruição e reconstrução.

Como foi o processo de criação? Foram sete anos desde que você e Twiggy trabalharam juntos. Foi difícil?
Bem, é o álbum que Twiggy e eu sempre quisemos fazer. E infelizmente, ou felizmente, nos pegou estando separados para pegar aquele lugar. Ele veio e fez coisas sozinho, e eu fiz coisas sozinho, e ambos fizeram coisas que estamos orgulhosos. Ele começou com a música e eu escrevi as letras e eu estava envolvido na produção de um jeito diferente. [Produtor/ex-baterista do Nine Inch Nails] Chris Vrenna bancou o papel da pessoa responsável, embora tivemos tormentado-o várias vezes. Estou em um vocal isolado, com toda minha respiração, tosse, vômito, ejaculação, quaisquer barulhos que estão vindo de mim, fiz [Vrenna] escrever minhas letras. Várias vezes, eu vinha para as músicas com ideias apenas formadas na parte da minha cabeça que não sei como operar, o subconsciente.
Mas não significa que eu estava improvisando – eu nem sei o que isso significa. Não quero as pessoas sempre confusas quando alguém diz, “Ah, o álbum soa muito cru, sem produção.” Foi uma escolha clara no estilo da produção e isso não significa que foi fácil de gravar ou produzir; significa que você tem que fazer coisas diferentemente. Vim do Eat Me, Drink Me com essa fantasia, um ideal de romance Shakesperiano, você sabe, esse “Se o mundo não nos entende, vamos morrer juntos” O que, agora, eu acho covardia. E você escuta isso na primeira música. As músicas aparecem no álbum na ordem em que eu as cantei. “Devour” foi a primeira – e também a mais difícil.

Por que essa música foi tão emocionalmente difícil para você?

Essa música é sobre quando alguém disse para mim, “Ok, quero estar contigo até eu morrer.” E então desistiram. Eu estava em um ponto na minha vida onde era tipo, “Ok, vamos morrer, mas vou dizer, vou te matar primeiro, porque não confio em você.” Honestamente. É difícil olhar para trás e me olhar como a mesma pessoa. Sou muito objetivo agora. Comecei a aplicar essa regra realmente fantástica que eles não te ensinam no AA ou AAA ou qualquer outro acrônimo: Use drogas e beba quando você está feliz, não quando você está triste. Tem um grande efeito. Mas não posso dizer que fiz isso o tempo todo.
Quando eu estava fazendo o Eat Me, Drink Me, me senti como se a versão futura de mim tivesse voltado e visto a antiga versão, e ao invés de matar a versão futura, a antiga versão minha foi enterrada com o Eat Me, Drink Me. Em alguma anomalia, se você quiser olhar para isso de um jeito científico, o Manson que existe agora não é a mesma pessoa que tenha o que fazer com os últimos 39 anos da minha vida. O álbum, a 15ª faixa, foi finalizada no meu aniversário – 1-5-69. Os 15s são afetados no álbum. É o meu número. É a carta Demônio no Tarô. Tenho tatuado atrás da minha orelha. É provavelmente o novo número da besta.

Você e Twiggy passaram perto de uma década separados. Como vocês voltaram?
Foi completamente profético. Eu estava no lobby do hotel que eu estava – muito como agora. Não tenho lugar para ficar. Era o Hotel Roosevelt, que muitos consideram assombrado. Isso foi durante a pausa na turnê do Eat Me, Drink Me, antes do Natal de 2007. Corremos diante um do outro completamente por acidente, e ele estava como eu um ano atrás. E eu repentinamente percebi que ele finalmente cresceria naquele estágio em sua vida, onde você toma o risco de compromisso, medo e perda, e aquilo nunca existiu antes para algum de nós porque nós tínhamos um ao outro.
Ambos nos pegamos dentro de vários relacionamentos que provavelmente foram desleais por causa da nossa falta um do outro – tentamos ter as garotas nas nossas vidas para preencher o vazio que estava faltando na gente como melhores amigos. Olhando para trás agora, percebi que banquei uma grande parte. E ele voltando para minha vida causou uma grande interrupção no meu último relacionamento, apenas me mudou de um jeito que inicialmente foi eufórico. Não hesitei em dizer ao Tim Skold, que tinha tomado seu lugar, “Olha, isso tem que acontecer. Desculpe, adeus.” Então ficamos em turnê durante um mês e queríamos manter, então começamos a escrever o álbum. Primeiro e mais importante, sou casado com o que eu faço, todo artista é. E acho que foi algo que não fazia sentido no meu último relacionamento. E me senti aberto, como se eu tivesse que escolher entre os dois. E eu não poderia, foi muito difícil. Então acabei queimando um no chão e tentando salvar o outro enquanto acontecia.

Parece que o perído depois que você e Evan Rachel Wood romperam foi bem difícil. Qual foi o ponto mais baixo?
Eu canto isso na “Into the Fire.” Eu digo, “If you wanna hit bottom/don’t bother trying to take me with you.” Meu ponto mais baixo foi no Natal de 2008, porque eu não falei com a minha família. Minhas paredes estavam cobertas em rascunhos de letras e pacotes de cocaínas pregados na prede. E eu tive a experiência onde eu estava lutando para lidar em estar sozinho, estar abandonado, ser traído por colocar sua confiança em uma pessoa, e cometer o erro de estar com a pessoa errada. E esse é um erro que qualquer um pode relacionar. Eu cometi o erro de tentar, desesperadamente, agarrar, salvar e confessar. E todas as vezes que chamei-a aquele dia – chamei 158 vezes – peguei uma lâmina e me cortei no rosto ou nas mãos.
Olho para trás e isso foi uma coisa bem estúpida a se fazer. Isso foi intencional, foi uma sacrificação e foi como uma tatuagem. Queria mostrar a ela a dor que ela me colocou. Foi tipo, “Quero que você veja fisicamente o que tem feito.” Parece inventado, mas é completamente verdade e estou pouco me fodendo se as pessoas acreditam ou não. Tenho cicatrizes para provar. Não queria que as pessoas me perguntassem toda vez que eu desse uma entrevista, “Ah, esse álbum é sobre seu relacionamento com sua ex-namorada?” Mas o machucado é parte disso, e a música “I Want to Kill You Like They Do in the Movies” é sobre minhas fantasias. Tenho fantasias todos os dias sobre esmagar seu esqueleto com um martelo.

Nossa.
Feliz Natal.

Hm, acho que você não pode enrolar isso e colocar embaixo da árvore.
Você pode enrolar isso com Band-Aids. Posso rir disso agora porque foi um processo que eu passei, e eu preciso ter senso de humor com isso. Esse é o único jeito que você pode ser eu. Todo mundo é tão “Marilyn Manson é tão sério, tão eloquente, tão inteligente porque ele gerencionou para ter a sentença que ele teve mais palavras nisso que eu poderia imaginar e, sabe, Tiros em Columbine.” Enfim. É um elogio e tudo o mais, mas todo o ponto do nome Marilyn Manson se resumem a isso – é uma contradição, um par estranho.
E claro, há algumas semanas, um pirralho disse “Hail Marilyn Manson” e então atirou em um professor. É surpreendente porque na música, “Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon,” eu digo “Fuck the goddamn TV and the radio/I’m taking credit for the death toll.” É tudo pelo que eu fui culpado. Eu não tenho crédito por mais nada. Então, se eu for culpado por isso, quero créditos. Não estou dizendo que concordo com isso, mas não estou dizendo que não concordo. Não vou ser algum tipo de PC, abraçador de árvore. Sou a última pessoa que causa danos ao mundo, e se as pessoas estão preocupadas com o que minha música faz, por que ninguém diz, “Hey, não deveríamos nos preocupar com o que ele faz?” Além de jogar camisinhas usadas na parede.
Obviamente sou perigoso o suficiente para fazer músicas que são problemáticas. Tive meu fone grampeado pelo FBI durante Columbine. Eu tive mais ameaças de morte do que eu possa lembrar. É um processo sem fim onde eu durmo à noite, às vezes, mas nunca mantenho por uma preocupação com a minha vida. Não consigo dormir à noite se eu não tiver executado pelo menos alguma coisa. Há uma coisa que me mantém em pé. Não é festejando; eu nem sei o que essa palavra significa. Festejar implica que você tem um chapéu, e foi divertido... com palhaços.

Qual sua reação com o bode expiatório da mídia? Imagino que o incidente com o pirralho trouxe várias ligações, cartas, e-mails etc. Qual foi sua reação inicial com a história?
Reação inicial: Onde ele pegou a arma... e por que eu não posso ter uma? É chocante para mim que é mais fácil comprar uma arma no Wal-Mart do que comprar meu álbum. E é entretenimento, é música, mas isso não significa que tenha valor. Em nenhum momento eu diria que o que eu faço é apenas entretenimento. De fato, adoro instular as merdas que eu não gosto por dizer, “Nossa, isso deve ser arte, porque não é divertido.” Mas é irônico que ele possam vender um CD em uma loja, e não colocam o título “Pretty as a Swastika” na capa, mas na mesma loja eles terão Valkyrie por exemplo, que tem uma suástica na capa. Agora, eu nem estou usando o símbolo, estou usando a palavra, então a gravadora criou um tipo de novo palavrão para mim.
Então esse e o porquê de eu ter escolhido pessoalmente usar o cifrão no vídeo da “Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon” porque eu acho que é a última declaração. Minhas decisões são baseadas na arte e eu tenho habilidade para fazer isso, e não porque posso me aposentar na merda de uma ilha. Não tenho nada, eu perdi tudo, e eu peguei de volta e estou feliz de morar em um hotel, além de poder alimentar minha gata, pegar garotas para fazer coisas horríveis que elas não deveriam fazer comigo, e pagar por absinto e drogas – isso é rock n’ roll. Claro, há arte para isso. Claro, eu sou um pintor, e claro eu quero dizer coisas, mas não vou me vender mais. Quando eu faço um álbum, a música que eu gravo é o que eu vou tocar ao vivo, esse é o meu álbum. O que quer que eles queiram colocar em um pacote, é o produto deles. Por que você queria censurar a palavra “fuck” de uma música? Sério, quem não quer “foder”? Quanto mais foda, melhor. Na vida, é metáfora – quanto mais fodas, mais diversão. Hey, são apenas algumas letras para diversão.

Você sentiu algum alívio no fato de que essa censura pegou seu álbum nas lojas para crianças, que entretanto não teriam acesso à sua música?
Não. O fato é que a gravadora diz que eles não podem colocar aquela música no álbum... loucura. Então eu digo, “Bem, ok, não lance o álbum.” E eles não sabem o que dizer. E é ótimo estar apto a ter esse tipo de atitude. Quando alguém te faz de um produto e você não tem mais controle disso, você se sente como uma prostituta, como se alguém estivesse batendo e empurrando. Mas com o show eu poderia cantar “I Want to Kill You Like They Do in the Movies” por 60 minutos. O que eles iriam fazer, abandonar? Vá em frente, é o que eu quero fazer.
As pessoas que ficam lá estão amando, e eu estou amando ou então não faria. E a gravadora me queria para tirar “Pretty as a Swastika” do álbum porque eles pensaram, “Ah, o álbum é muito bom Manson, não queremos arruinar isso porque há certas coisas...” E eu disse, “Olha, o que você acha que essa música significa? É um elogio? É um insulto?” É um dos meus momentos mais orgulhosos líricamente, porque é uma música de amor, é política, é tudo isso – sou eu. Espero que as pessoas admirem isso por anos, sei que as garotas gostam de dançar strip com ela, e tenho certeza que as pessoas querem lutar com ela, e não tenho nenhuma reclamação, menos pelo povo Judáico, que estão muito preocupados que vá ofender. Não estou dizendo nada sobre o Hitler, o Holocausto ou Nazistas. Não estou tentando ser um escroto e dizer, “Ah, é um símbolo Hindu” Claro que eu sei o que significa. Estou dizendo “você é tão bonita quanto uma suástica” arte é a porra de um ponto de interrogação, você preenche nos vazios. Esse é o trabalho do ouvinte – esse é o motivo da música.

Há algumas músicas influenciadas no blues. O que você escutou no processo de composição?
Muito Johnny Cash. Mas eu não quis emular Johnny Cash. Não sou exatamente um fã dele, porque não entendo sua postura. Ele é confuso. Em um lado ele é espiritual, no outro ele é Folsom Prison. Mas isso é o que eu gosto nele. Gosto de sua atitude – ele não fala merda de qualquer um. Essa ironia influenciou “Four Rusted Horses”; há ironia em todos os lugares da música, mas é profético o jeito que veio. A música começou a ditar quando estávamos vendo o que fazer no álbum. Líricamente, é quase uma rima infantil. Percebi que estava cantando sobre a banda, e todos pensaram inicialmente que eu estava cantando sobre o apocalipse, mas é mais sobre nós quatro, minha banda, que gerenciou a sobreviver diante de tudo isso, e onde nós fomos daqui. Sou eu me assertando como o carrasco, o efígie, o pária, o bode espiatório.
Há muita fala no álbum sobre imortalidade, e o último álbum teve um tema muito vampírico, não de um modo clichê onde agora as pessoas dirão, “Ah, o álbum foi inspirado pelo Twilight” Ou talvez Lost Boys, porque assisti esse filme na época da escola. É sobre o conceito do Nosferatu, de tentar exceder a noite antes do sol nascer. Esse álbum, estranhamente, apenas olhando objetivamente, fala sobre coisas no sentido oposto. Vejo um novo começo. E presumo que o colégio Cristão martelou a Bíblia em mim. Me identifico com o vilão, Lúcifer, que é o anjo caído. Ele é representado pela luz. Todos querem saber, “Ah, você se considera um modelo?” Eu me considero um vilão. Um modelo é a porra de um manequim. Um vilão tem que arruinar as coisas e fazer a diferença. Não há história que qualquer um tenha visto, lido ou amado onde eles não gostassem do vilão, mesmo se não quisessem admitir. O vilão é o cara que faz a diferença. O heroi nunca é a estrela da história.

O que há com seu próximo filme, Visions of Lewis Carroll? Esteve em trabalho por um tempo agora.
Bem, espero que possa fazer isso depois da turnê de verão com o Slayer. Há uma série de complicações, começando com o fato que é um grande compromisso investir em um período da sua vida e não ter renda. Não estou olhando isso como uma aventura de fazer dinheiro, e não tenho problema com isso. Inicialmente me empurrei nisso porque estava fugindo da música. Me senti como se não tivesse mais nada pra dizer na música. Agora, estou muito apaixonado em ser um rockstar e fazer música. Então será feito quanto for para ser feito. Estive filmando, e quando tivemos problemas sem solução, vou filmar mais alguma coisa. Mas não sinto fazendo um filme no formato de Hollywood. Todos os meus herois, como Dali, são pioneiros em várias formas de cinema. Se tiver uma hora, dois dias, para sempre, é o que será. Acontecerá quando tiver que acontecer. Agora meu coração e minha criatividade estão muito mais – mais do que nunca – na música.

Sua turnê com o Slayer está chegando. Vou entrou em turnê com eles várias vezes antes – alguma boa história particular na estrada?
Primeiro, comprei [o álbum de 1985] Live Undead e eu fiquei tão horrorizado com isso que pedi para minha mãe devolver. É realmente maravilhoso estar apto a fazer um show com eles. É estranho porque eu tenho tenho dificuldade em estar junto com outras bandas. Houve uma conversa antes sobre colaborar com diferentes guitarristas no álbum. Isso foi antes de Twiggy e eu voltarmos, porque uma vez que o Twiggy tenha voltado, não havia mais ninguém e eu não me importo com o que você tem para oferecer – esse foi o nosso álbum.
Gosto de acreditar que Slayer traz mais Satã na estrada do que nós. Mas Satã vem de diferentes formas e agora está vindo em uma ereção iminente. Mas acho que a anedota que resume é que eu não tenho conhecido ninguém exceto Hunter S. Thompson e os caras do Slayer que podem se manter comigo quando vem na minha entrada de forças destrutivas. Tento fazer meu corpo um lugar onde as drogas tem medo de viver. Aqueles caras são bem raivosos e muito sérios. Mas eu gosto bastante do Jerry [Hanneman/guitarrista] – ele tem senso de humor. Pegar aqueles caras para passar lápis de olho é mais difícil do que me pegar para ter um bigode. Então nunca terá aquela combinação onde eu tenha um cavanhaque e eles usarem lápis de olho. Não acho que vá acontecer... infelizmente. Mas o que fazemos com as portas fechas gostamos de manter na privacidade – mas deixo ser dito que me custa por volta de $200,000.

Terminamos de legendar e upamos as duas últimas partes da entrevista que Manson concedeu para o site Shockhound.com. Confira abaixo:

Parte 3

Parte 4

Para quem ainda não assistiu as duas primeiras partes, é só clicar nas miniaturas ao lado direito do site. Ou então, acesse o nosso canal no youtube: youtube.com/user/mechanicalchristbr

Não temos o setlist disponível, mas provavelmente foi o mesmo dos outros shows.

 

Vídeos

Sweet Dreams (Are Made of This)

The Dope Show

 

Pretty as a Swastika

1. Intro
2. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
3. Pretty as a Swastika
4. Disposable Teens
5. Irresponsible Hate Anthem
6. The Love Song
7. Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon
8. Leave a Scar
9. Great Big White World
10. The Dope Show
11. WOW
12. Sweet Dreams (Are Made of This)/Rock n' Roll Nigger
13. If I Was Your Vampire
14. The Beautiful People

Vídeos:

Intro/Four Rusted Horses (Opening Titles Version)

Irresponsible Hate Anthem

Sweet Dreams (Are Made of This)

The Dope Show

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14.11 @ Annexet
15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
18.11 @ Zenith
19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
25.11 @ Velodrom - UFO
29.11 @ Mitsubishi Electric Halle
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