Twiggy completa hoje, 20/06, 38 anos de idade. Ele, que entrou na banda em 1994 substituindo o Gidget Gein, começou participando do Smells Like Children, mas foi com o Antichrist Svperstar que sua importância foi mais relevante. Seguido pelo Mechanical Animals e Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death) Twiggy marcou presença em praticamente todas as músicas, tornando-se assim, uma das maiores referências, influências e importâncias musicais da banda. Saiu em 2002 e voltou em 2008 - que foi uma bela surpresa. Em 2009, ao lado de Manson, Chris e Ginger, nos presenteou com o The High End of Low e mostrou mais uma vez que ele definitivamente é a alma da banda junto com o Manson.

Parabéns, Twiggy. Que você tenha toda a felicidade e sucesso do mundo, porque você merece, e com certeza os fãs estão muito gratos pela sua volta!

1. Intro
2. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
3. Pretty as a Swastika
4. Disposable Teens
5. Irresponsible Hate Anthem
6. The Love Song
7. Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon
8. Leave a Scar
9. Great Big White World
10. The Dope Show
11. WOW
12. Sweet Dreams (Are Made of This)/Rock n' Roll Nigger
13. The Beautiful People

Vídeos:

Pretty as a Swastika

Rock n' Roll Nigger (Manson com a guitarra - sem tocar - e Twiggy "cantando)

Irresponsible Hate Anthem

WOW

O fã-site americano MansonUsa, maior e melhor fonte de informações sobre a banda, encerrou suas atividades hoje, 19/06/2009 e o motivo é desconhecido.

Mas nem tudo está perdido! Além do fórum oficial, http://www.nachtkabarett.com/babalon Outro fórum será inaugurado no site: www.ultimatemansonbible.co.uk/ além de vários outros existentes nessa tão grandiosa internet. Quando tiverem outros fóruns disponíveis, com um bom conteúdo e informaçõs, postaremos aqui!

Manson foi entrevistado pela revista francesa Rock One e falou, entre outras coisas, sobre o vídeo para I Want to Kill You Like They Do in the Movies e o filme Phantasmagoria.

     

     

Rock One No 55
Marilyn Manson; entrevista por Noemy Langlais

Rock One: No “Eat Me, Drink” você nos mostrou o lado mais emocional do Brian Warner. Você tentou ir nesse destino com o “The High End of Low” ou criou uma nova personagem, como fez na maioria dos seus discos anteriores?

MM:
Com meu último álbum “Eat Me, Drink Me” era difícil de entender quem eu realmente era. Frequentemente tenho problemas escutando-o. Há apenas uma única música, “If I Was Your Vampire”, que eu talvez tocaria de novo, porque representa uma parte da minha vida, uma pessoa destruída que tenta se reconstruir. O novo álbum é mais sobre estar em um relacionamento fraternal, uma amizade que eu compartilho agora e eu costumava compartilhar no passado. Musicalmente, há coisas que eu fiz sem o Twiggy que sou orgulhoso, e ele seguiu seu próprio destino. Ambos cresceram sem um ao outro quando deveríamos ter crescido juntos como irmãos. Agora estamos de volta. Fizemos esse álbum juntos, e é algo que não poderíamos fazer separadamente. De uma certa maneira, é o álbum que sempre sonhamos em escrever.

Rock One: Como esse irmandade brilhou através do álbum?

MM: A composição desse álbum começou quando Twiggy começou a tocar e escrever músicas que não soavam como nada que ele tenha feito no passado. Esse álbum tem as características de tudo que ele ama, de todas suas influências, mas sua atitude foi diferente. Pensei que ele talvez estivesse atrás de mim, que ele expressou sua dor em suas composições porque, exatamente como eu, ele teve que ir através dessa batalha emocional, mixando perda, amor e romance. Ele é como meu irmãozinho. Quando ficamos longe um do outro, dissemos a nós mesmos que tínhamos que crescer, conhecer pessoas... quero dizer, mulheres, claro. E ele foi diante da mesma situação que eu. Nós temos a mesma sensibilidade, mas ele esconde isso por seduzir mais mulheres. Quando nos encontramos de novo, percebemos que havia um profundo vazio em nosas vidas que tivemos que entender. Ter um amigo lá enquanto escrevia o novo álbum é o que senti falta para o “Eat Me, Drink Me”. Meu companheiro naquela época (Tim Skold) que substituiu Twiggy, não estava apto a pegar inspiração do seu universo (do Twiggy) porque ele não pertencia a isso. Nós estamos escrevendo música de um ponto de vista diferente, vem do coração. Meu relacionamento com meu ex-companheiro foi mais financeiro do que espiritual. Quando eu escuto a música do Twiggy, soa exatamente como se eu tivesse sido uns do que escreveram, não porque soa mais como o cara do coração partido, mas também porque às vezes é violenta, às vezes é confusa.

Rock One: Ano passado você mencionou que queria trabalhar com artistas como Kerry King, James Iha, Wes Borland. O que aconteceu?

MM:
Esse álbum é resultado do Twiggy, Chris Vrenna e eu. E no final, foi decidido que o teclado poderia ser premiado ao Ginger, que está normalmente na bateria. Para mim, foi muito importante manter a unição daquelas quatro pessoas que se conhecem por quinze anos, que desejaram escrever juntos o álbum de suas vidas. Talvez eu colabore com outros artistas no futuro, mas aquelas pessoas estarão aptas a beber absinto exatamente como eu! Eu também tenho que conhecê-los pessoalmente. Então veremos.

Rock One: Quem será o novo guitarrista?

MM:
Twiggy será nosso guitarrista para a próxima turnê. No álbum ele tocou ambos, baixo e guitarra, e eu acho que ele é o guitarrista que Marilyn Manson precisava ao vivo. Foi uma escolha difícil, mas acho que ele é melhor como guitarrista porque é seu primeiro instrumento. Nosso baixista chama-se Andy.

Rock One: Qual a relação entre o filme de Kurosawa (High and Low) e seu novo título? Em que extensão esse filme te influenciou?

MM:
A relação entre os dois só apareceu depois porque eu não assisti antes de escrever as letras do The High End of Low. Veio como uma surpresa como eu realmente gosto desse diretor. O título veio naturalmente. Há uma e várias interpretações. Vim com isso antes de escrever as letras, antes do ano novo. Naquele tempo, estava isolado de todos, amigos ou membros da banda. Após os feriados, nos encontramos e alguém me perguntou uma vez como eu estava me sentindo e eu respondi: “Bem, alcancei o grande fim do escasso”. Tendo dito isso, o título estava quase ali e me fez rir. Disse a mim mesmo que seria o título e todos concordaram. Alguém também sugeriu: “Tem certeza que não é o escasso fim do alto?” The High End of Low é muito bíblico, muito emocional e muito destrutivo também no sentido de que você aceita a posição e percebe que pode ser o melhor. Isso é o que tentei alcançar com esse álbum.

Rock One: O que a primeira faixa significa? É relacionada ao título do seu álbum anterior?

MM:
Acho que é, em um sentido inconsciente, desde que a música pega o que eu deixei com o Eat Me, Drink Me, como os títulos estão na ordem cronológica. Vou te dizer mais do que eu desejaria: A música é sobre adorno do que eu acreditei ser um sonho romântico irreal, uma falsa promessa, um capricho Shakespariano. No tempo do Eat Me, Drink Me, eu estava com uma garota que me fez realmente acreditar que eu poderia... Vamos colocar isso de outra maneira. Naquele ponto, o conceito era: “Se o mundo não pode nos entender, então vamos morrer juntos” Apesar de ser estúpido e destrutivo, é uma tragédia que sou fã. Estava em um estado onde eu pensei que não pudesse viver um romance como me prometi com o Eat Me, Drink Me. Então Devour é sobre uma história verdadeira e foi apenas escrita porque foi um sonho que não tornou-se realidade. Tal foi a situação: Uma discussão entre eu e minha então namorada. Não quero falar sobre isso porque ainda é dolorido. O romance evocado no Eat Me, Drink Me foi baseado em uma realidade que não funcionou por causa do mundo ao redor e a pressão que gera. Fiquei em torno disso e então sugeri: “Se você cometer suicídio por mim, então me matarei também. Faremos isso, mas você fará primeiro porque não confio em você”. Escrevi essa música, a gravação do álbum começou e nosso relacionamento terminou, não por causa dessa música, mas sim por causa da minha evolução pessoal. Posso lutar e morrer pelo que acredito, mas não vou acreditar em alguém que não acredita em mim. Cheguei a conclusão que tive que crescer, porque ainda sou uma criança.

Rock One: E sobre o vídeo para I Want to Kill You Like They Do in the Movies?

MM:
Originalmente gravei dois videos diferentes. Gravei um monte de material que atualmente estou tentando editar juntos. Alguns deles serão usados para músicas e outros para projetos diferentes/estranhos. Gravamos um vídeo que foi  financiado pela gravadora, então eles tentaram comprometer/interferir na minha versão artística.
Então hoje, eu não considero Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon meu melhor exemplar de arte visual. Até o vídeo da I Want to Kill You Like They Do in the Movies é pesaroso, eu gravei com uma atriz Inglesa e também dirigi algo brutal que provavelmente nunca será lançado por razões legais com a minha ex, Evan Rachel Wood. Nada está determinado agora. É um retrato violento que eu gravei em um take. Os expectadores terão que fazer suas próprias mentes, depois de assistir, onde eles aguentam com isso. Eu o assisti e é bem perturbador porque você pega uma “prévia emocional” do nosso relacionamento. Minha casa tornou-se algum tipo de set de gravação perpétua e estou muito feliz com tudo que gravei lá; Por essa razão, vou também gravar um vídeo para Pretty as a Swastika. Veremos como tudo isso irá virar.

Rock One: O primeiro vídeo lançado foi “Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon”. É uma sátira do Marilyn Manson?

MM:
Combina com uma parte satírica do álbum, como ser ridículo na frente de todos e isso foi um modo de testemunhar como a gravadora colocaria no ar aquela música sem censura!

Rock One: E sobre o filme “Phantasmagoria: The Visions of Lewis Caroll”, anunciado várias vezes e depois adiado?

MM:
Não tenho mais tempo para isso, mas ao mesmo tempo ainda estou pensando e investigando porque é algo que está perto do meu coração. Há uma parte de mim que quer sumir da música e outra que está apaixonada em ser rockstar, tocar ao vivo, fazer esse álbum e fazer a vida disso. Todo dia, todo minuto da minha vida é um experimento. Pessoas apenas querem saber se você está atrás ou na frente do palco, ou se você quer voltar, se vai acontecer. Acho que as pessoas me veem como um macaco enjaulado em frente a um público, uma vítima, alguém que está chocando. Mas acho que quero que todos me vejam, com certeza.

Legendamos as duas primeiras partes da entrevista que Manson concedeu para o site ShockHound.com. Algumas coisas que constam na entrevista em vídeo, não aparecem na parte escrita, o que fica mais interessante ainda de assistir! Postaremos muito breve as duas últimas partes, mas enquanto isso não acontece, confira as duas primeiras:

Parte 1

Parte 2

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