31/05

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Mechanical Christ BR: O fã-site Oficial da banda Marilyn Manson no Brasil.

Confira a tradução da entrevista que Manson deu ao site Noisecreep.com

 

Marilyn Manson nunca cansa de gerar controvérsia na mídia do mainstream, que é devido a sua aparência subversiva, suas associações controversas e sua música pontapé-na-virilha. Nós falamos com o Manson – que é Brian Warner em seus documentos legais e para sua mamãe – durante a meia-noite da véspera do lançamento do seu mais novo álbum, ‘The High End of Low.’
Ele estava falante, engraçado e altamente inteligente, falando sem hesitação sobre sua volta com o Twiggy Ramirez, o término com a atriz Evan Rachel Wood, passando os feriados a la carte e como ele se sente sobre sua música inspirando atos aleatórios de violência. Ele se posicionou como um vilão e não está com vergonha de endereçar qualquer tópico que colocamos em seu caminho.
 

O quanto essa seu reencontro com o baixista Twiggy Ramirez influenciou no processo criativo desse CD?

É sobre eu percebendo a importância da perda, eu mesmo digo, ‘Vou te ensinar sobre a perda.’ Há vários degraus de coisas indo na minha vida e quando você volta com um amigo, você percebe o vazio que isso criou, que é quando está junto novamente. Foi como se o tempo não tivesse passado. Separadamente, nós fizemos muito em nós próprios e ambos podem se apoiar em nosso próprio. O que fizemos juntos nesse álbum, ninguém mais pode fazer. Esse é o álbum que quisemos fazer, no tempo certo, como amigos. Nós precisamos um do outro. Nós fomos através de emoções paralelas com relacionamentos e não tínhamos um ao outro enquanto melhores amigos para dizer, “Quero ir através desse tormento.”

Ele veio para a lâmina com essa música, na qual soou como eu queria ter dito. Foi intimidador, para mim, eu tive que pegar em um nível e fazer e dizer algo que não tinha dito antes. Minha parte como o cantor e letrista pegou espaço entre Novembro e 5 de Janeiro. Eu acabei no meu aniversário. Eu parei de morar com meus pais como todos fazem, para começar uma banda, ir em turnê, morar em hotéis e entrar e sair de diferentes relacionamentos. Então em Novembro, o último que relacionamento que terminei comigo vivendo sozinho e isso tornou o processo. Eu passei, por escolha, os feriados sozinho!

Você não parece ser o tipo de cara de ‘grandes celebrações no feriado’!

Não sou grande em feriados, mas passei o Natal, véspera de Ano Novo e meu aniversário totalmente sozinho. Voltei ao estúdio, fiz as três últimas faixas. Acordei pensando, ‘tenho que cantar essa música e finalizar o álbum,’ que não é sobre desistir do que você é. É sobre ver o que não está funcionando, odiando todo mundo e tentar destruir isso.
Sem esse sentimento, a música ‘Devour’ não existiria. É sobre um assassinato/suicídio que quase aconteceu e a música é o porquê disso não ter acontecido. Então começa o álbum.
A pessoa que escreveu aquela música, não é a mesma que escreveu ‘15’. Eu mudei, pessoas cometem erros. Agora, vejo que mostrar afeto e amor não deveria ser confundido com fraqueza. Não estou desesperado por amor; é algo que decidi em conseqüência. Eu poderia ter terminado sendo nulo, como o [Psicopata Americano] Patrick Bateman, sem nenhum sentido de realidade ou contato com a humanidade. A faixa ‘15’ é como se você saísse do cinema, depois dos créditos finais e o que você não esperava acontecer... aconteceu.

Quanto esse álbum tem a ver com a dissolução de seu relacionamento com a atriz Evan Rachel Wood?

No que dissolvido, eu estava descobrindo o que eu presumia ser. Meu último álbum, ‘Eat Me, Drink Me’ era sobre uma pessoa quebrada, reconstruindo e romântica. Era muito Shakespeariano. Enquanto o relacionamento ia, correu sua maldição, eu lutei desesperadamente para segurar. Eu estava segurando o pedaço de mim que não existia, que eu pensei que existia. Eu cometi vários erros pela pessoa que escreveu ‘Devour’, não a faixa ‘15’. Todos que me conhecem bem, choram quando escutam. Eu tenho o número 15 tatuado atrás da minha orelha. É o novo número da besta.

Há vários ‘fucks’ no primeiro vídeo, “Arma-Godamn-Motherfuckin-Geddon”.

É intencionalmente o maior excesso de profanação em um álbum que eu já fiz. Nos meus álbuns, embora tenha o ‘parental advisory’ nele. Mas quando eu digo, ‘et cetera’, é a parte mais importante da música. Tenho visto nas notícias, histórias sobre morte, estupro, assassinato e eles sempre usam o ‘et cetera’, que me choca e me diverte. Coisas terríveis acontecem e transformam a mundana e reduzem as pessoas ao ‘etc...’ Tenho ‘et cetera’ tatuado no meu pulso. Se eu cortar meu pulso, cortaria através do ‘etc...’, que é triplamente irônico.

Você soletra “et cetera” ou vai pelo “etc.”?

Etc. Sou tudo sobre abreviações.

Controvérsia não é nada nova para você, mas como você está lidando com isso em 2009?
Começando com Columbine... está voltando aos Beatles com ‘Helter Skelter’ em 1969. Foram culpados por violência. ‘Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon’ não sou eu sendo engraçado. É sarcástica e pode ser interpretada como engraçada, mas quando você está no álbum, é obscura. Mas como toda a controvéria, então eu quero crédito pelo pedágio da morte, tenho sido culpado por mais tiroteios em escolas que qualquer um na história, então acho que quero o crédito.
Não perdoo ou encorajo nada disso, mas fica a pergunta: “Se as pessoas estão preocupadas com o que a música faz, por que elas não estão preocupadas com o que vou fazer?” Culpe os Cristãos. Eu os culpo por eu não poder ficar nu em frente de mulheres e estar confortável com isso. Acredito em espiritualidade, mas como um artista, você faz merda, coloque no mundo. Arte é o ponto de interrogação, não a resposta e isso é o que eu escolhi.

Você definitivamente se faz ser o cara que tem prazer do fato de que choca as pessoas...

É uma escolha que fiz para me afirmar na posição de vilão. É uma grande responsabilidade [dá de ombros]. Pessoas sempre perguntam às celebridades, ‘Oh, como você se sente fazendo o papel de modelo?’ Que tal o papel de violão? É muito mais difícil. Uma modelo posa. O vilão pega a merda feita.

Um fã que estava presente fez um vídeo dentro da loja. Confira as 4 partes abaixo:

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4



E veja mais fotos aqui.

 

Fonte: BaseTendencies

Saiu na última edição da revista Rolling Stone que Manson e Lady Gaga remixaram os singles de ambos. Manson também comenta no artigo quando encontrou Gaga de novo em sua sessão de fotos.

 

"Se ela estivesse interessada, há um homem na vida de Lady Gaga que faria tudo que ela talvez quisesse: Seu nome é Marilyn Manson e seu mais novo single. As duas estrelas se encontraram há não muito tempo quando gravaram remixes um para o outro. Mas quando Manson apareceu em uma sessão de fotos no final de tarde de uma Segunda-Feira - segurando um copo de absinto, um assistente o filmando com uma câmera Flip - ele fez hilariamente que gostaria de conhecê-la melhor. "Eu quero ser aquele cara" Manson diz no camarim de Gaga, enquanto ela grava o novo vídeo "Paparazzi", em que ela aparece 'brincando' com uma modelo. "Quero ser bolas profundas."

Gaga ri, apoiando em seu ombro. Manson aponta para um fio perto da prateleira. "Você vai precisar daqueles para um aborto depois." Outra risada. "Vou te dar um exame cervical," ele oferece minutos depois.

Entre linhas horríveis, Manson faz o caso de Gaga como uma artista: "Eu fiquei muito impressionado com suas fotos de paparazzi. Achei que ficou como os rockstars têm que ficar, tão excitante quanto algo que Warhol ou Dalí faria. E eu não a considero similar aos seus contemporâneos - as outras garotas que fazem música pop - simplesmente porque ela sabe exatamente o que está fazendo. Ela é muito inteligente. Ela não vende, ela é uma grande musicista."

Fonte: MansonUsa

Manson e Twiggy estiveram nesta tarde na loja HMV, em Londres, para uma tarde de autógrafos. As fotos podem ser vistas nos seguintes sites: Getty Images | Rex Features | WireImage

 

Fonte: BaseTendencies

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10.01 @ Van Buren
12.01 @ House of Blues
13.01 @ House of Blues
16.01 @ Fox Theatre
19.01 @ The Complex
20.01 @ Fillmore
23.01 @ Aztec Theatre
24.01 @ House of Blues
26.01 @ Shrine Mosque
27.01 @ Brady Theatre
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KILL4MESAY10We Know Where You Fucking LiveMarilyn Manson - Prêmio de Ícone pela Alternative Press (2016) Third Day of a Seven Day BingeThe Mephistopheles of Los Angeles


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