A emissora WGN America anunciou hoje (21) que Manson estará no elenco da nova temporada do seriado Salem. Manson irá fazer o papel de um barbeiro/cirurgião. As filmagens tiveram início hoje, em Shreveport, LA.

O personagem leva o nome de Thomas Dinley, que "é requisitado em Salem, seja para um corte de cabelo ou ficar sangrando, ser cortado, costurado ou sugado".

Lembrando que Manson cedeu Cupid Carries a Gun para ser a música de abertura do mesmo seriado.

 
Fonte: Forbes

Nesta madrugada, David Bowie faleceu aos 69 anos após 1 ano e meio batalhando contra o câncer.

Vários músicos prestaram homenagem ao icônico cantor, que pode ser considerado o maior artista do século XX e, claro, Manson não poderia ficar de fora. Bowie foi e é sua maior influência musical e visual, com o Mechanical Animals sendo quase uma releitura de Ziggy Stardust.

Leia a íntegra do texto escrito por ele e publicado na Rolling Stone.

 

Meu primeiro contato com o David Bowie foi assistindo Ashes to Ashes na MTV. Fiquei confuso e cativado.

Mas não foi até eu realmente morar em Los Angeles, por volta de 1997, que alguém me disse para tirar um momento e ouvir alguma coisa além do Ziggy Stardust, Aladdin Sane e Hunky Dory. Então eu fui dar uma volta vertiginosa de carro por Hollywood Hills enquanto ouvia o Diamond Dogs.

Toda a minha nostalgia instantaneamente virou admiração. Eu estava ouvindo-o cantar sobre ficção como uma máscara para mostrar sua alma nua. Isso mudou minha vida para sempre.

Toda música dele foi uma forma de eu comunicar-me com os outros. Era um sedativo. Um despertar. Uma carta de amor que eu nunca consegui escrever.

Virou e continua sendo a trilha sonora de um filme que ele pintou com sua voz e guitarra.

Ele cantou, "Esperança é uma coisa barata."

Não preciso de esperança para saber que ele encontrou seu caminho para o lugar que equaliza sua beleza camaleônica, genial e intocável. A estrela negra no espaço, que é onde ELE pertence.

Este momento aterrador de medo e perda pode ser tratado apenas da forma que sua música afetou a todos que tiveram a felicidade de ouvir e amar.

Vamos NUNCA deixara escapar o que ele nos deu.

Marilyn Manson

MM.

Manson deu uma entrevista para a última edição da revista Kerrang!, antes de sua turnê pelo Reino Unido (que acabou ontem, 23/11, em Manchester). Confira a tradução!

Manson está Morto

 
Algumas entrevistas são apaixonantes, outras são edificantes. Outras... Bem, outras são com o Marilyn Manson. E não temos ideia do que diabos elas são.
 
Até onde as notícias correm, não é a melhor a ser recebida quando pegamos o telefone e estamos esperando ouvir a voz do mais notório rockstar: "Desculpe, mas tenho más notícias", a pessoa na linha começa, "Marilyn Manson morreu."
No entanto, o assistente pessoal do Deus da Foda não parece muito abalado. Que pena.
"Que pena" ele imita com um sotaque britânico mal feito. "Nah, ele está aqui e pronto para falar com você."
 
"Não, mas sério, eu morri", diz a outra voz na linha: Brian Warner; mais conhecido por você, a Kerrang!, as autoridades e todo o resto como Marilyn Manson.
 
Bem, isso é um furo de reportagem. Como vai você apesar de estar morto?
 
"Vou bem. Então, eu presumo que você tenha um lubrificante próximo a você e está assistindo alguns pornôs antigos? Eu tenho um dildo gigante multi-colorido; chamaram de lagarta na loja onde comprei, mas parece mais uma centopeia na minha cama. E também uma gatinha branca e um outro item potencialmente feminino. Mas não vou te encher o saco com estes detalhes. Estou em Dallas, onde a cabeça do John F. Kennedy foi explodida, então existe alguma coisa. Estou nessa vizinhança."
 
Vale lembrar a este que ponto que a Kerrang! conversa com rockstars de todos os tipos, gêneros, tamanhos, status e níveis de estabilidade regularmente. Mas as entrevistas raramente começam de uma forma tão insana assim. É meia-noite - claro que é meia-noite - e estamos na linha com o Marilyn Manson para discutir, entre outras coisas, sua turnê pelo Reino Unido e o lugar do shock-rock no cenário musical atual.
 
Este é o plano, pelo menos. Mas entrevistar o Marilyn Manson é como uma horda de gatos. Se você tiver sorte, ele vai responder às perguntas de uma forma direta. Às vezes ele vai responder mais obliquamente, como um soco não esperado. Mas o que mais acontece é ele vagar em um fio de tangentes que deixa você lutando para lembrar o que havia perguntado.
 
Começamos colocando para o Manson uma citação de Alice Cooper. O shock-rocker original recentemente conversou com a Kerrang! na edição 592, Hallowe'en Spooktacular, "Você não consegue mais chocar um público... O que me choca hoje em dia é quando um jovem entra em uma escola e atira em 14 colegas de sala. Me choca o que o ISIS está fazendo. Isso é genuinamente assustador e está acontecendo no mundo ao mesmo tempo. Então como alguém consegue ficar chocado em um show do Alice Cooper, Rob Zombie ou Marilyn Manson?"
 
Então, Manson concorda com esta declaração?
 
"Eu começaria dizendo que não acho que qualquer coisa tenha sido capaz de chocar alguém no entretenimento, a não ser que voltemos aos tempos Egípcios, onde eles costumavam cortar as pessoas ao meio," ele começa. "E mais tarde isso virou uma forma de mágica."
Então há uma pausa, e é possível ouvir Manson falando com alguém.
 
"Desculpe, uma interrupção," ele volta. "Você pode repetir a pergunta? Porque é uma pergunta muito importante, eu gosto destas. O Alice Cooper disse que nada pode ser chocante, exceto atirar..."
 
Essencialmente, sim. As pessoas não vão mais ficar chocadas com um show do Alice Cooper ou do Marilyn Manson.
 
"É, bem... O Alice Cooper foi uma das primeiras pessoas rotuladas como shock-rock e, obviamente, me inspirou quando eu era mais novo e todas essas coisas afetam as pessoas de formas diferentes. Todo artista é afetado de uma forma bem diferente. Foi devastador para mim e para minha carreira quando Columbine aconteceu. Tive de utilizar o fato de que meu nome é uma marca registrada, assim como Mickey Mouse, para fazer com que a mídia parasse de associar o meu nome ao massacre.
E anos depois, pelo mundo mover-se muito mais rápido agora, as pessoas nem sabem o que Columbine é ou foi, e não lembram que sou associado a isso. De alguma forma isso me deixa puto, porque eu passei por muitos traumas por causa de uma coisa que eu não tive a ver. Você prefere ser culpado ou não por algo que você não fez?" ele diz, de alguma forma confuso.
 
Manson está certo, claro. Toda uma geração não tinha nem nascido quando aquele tiroteio em massa aconteceu nos EUA em 1999.
Naquela época, uma coisa dessa não era comum como hoje. Treze pessoas foram mortas e Marilyn Manson foi ligado ao crime em manchetes como, "Assassinos Adoravam o Bizarro Manson". O cantor manteve-se em silêncio absoluto de início, com a banda cancelando a turnê americana em respeito às vítimas.
 
Quando Manson falou, foi de forma inteligente.
"A mídia colocou, injustamente, a indústria da música e os jovens dito góticos como bodes expiatórios, e especularam, sem base verídica nenhuma, que artistas como eu deveriam ser culpados. A tragédia foi um produto da ignorância, ódio e acesso a armas. Eu espero que a mídia irresponsável que aponta o dedo não crie mais discriminação contra jovens que vestem-se de um jeito diferente," ele disse na época.
 
"Acho que todos precisam ter responsabilidade pessoal e tem uma notícia sobre um rapper chamado Deso Dogg sendo associado ao ISIS," ele continua, de volta ao presente. "Não sei nada sobre essas pessoas, então não posso dar uma boa declaração a não ser como uma pessoa objetiva que não é nada mais que um espectador do mundo, das notícias ou lendo na internet. Apenas parece que o mundo canibalizou-se. Regurgitou sua própria merda e está cagando sua própria merda. É um filme zumbi - se os zumbis pudessem cagar no mundo em que vivemos."
 
O cantor fala num tom baixo, barítono. Ocasionalmente ele irá degenerar em um resmungo indecifrável, lento como uma procissão fúnebre ou irá pausar por segundos no meio de uma frase, antes de continuar de onde havia parado. Às vezes parece que estou entrevistando o Colonel Kurtz (Marlon Brando) e seu monólogo insano em Apocalypse Now.
 
"Já, para mim, eu vivo em uma época onde você tem que voltar a onde começou, e, para mim, foi exatamente o mesmo ponto de quando eu criei Marilyn Manson. Foi dizendo a mim mesmo e a todo o resto que as pessoas criam popstars e assassinos no mesmo nível. A ideia de celebridade é uma coisa que nunca vou querer ser. Eu queria ser um rockstar, um artista... Mas celebridade é uma palavra que, genuinamente, iguala o oposto de tudo que eu queria ser," ele continua.
 
"Acho que sou mais um terrorista musical... No sentido de que quero destruir tudo que a América construiu musicalmente e fazer melhor. E isso não é num sentido literal. Muito disso é uma metáfora e, obviamente, não estou sendo um ex-patriota da América porque ela precisa de mim. Se a América não me tivesse, ela não teria nada. Chegou a hora de eu retomar isso."
 
Tem mais. Tem muito mais, quando ele de repente guina, sem propósito algum, com o fato de que a maioria de suas influências vêm do Reino Unido. Mas falar com o Marilyn Manson é isso. É exaustivo e entusiasmante. Às vezes parece menos uma sessão de perguntas e respostas e mais um exercício de associação de palavras onde você joga um tema e ele transcorre sobre isso. Levou seis minutos e meio para ele endereçar à nossa primeira pergunta e ainda não temos certeza se ele respondeu. 
 
Você começou isso tudo dizendo que não há nada chocante na música...
"Qual foi a última coisa com que você ficou chocado?" ele interrompe. "Estou te perguntando, estou mudando o roteiro. Porque você está me perguntando e eu sei como vai ser, então estou te perguntando primeiro. Não consigo pensar em nada, na minha vida inteira, que tenha sido chocante para mim. Pode ter sido espantoso, inspirador, talvez ofensivo ou nojento. Porque "chocante" é uma palavra muito estranha. É obviamente um rótulo que eu conhecia e seria usado para o que eu estava criando, e é por isso que adotei o símbolo do choque, para ser irônico nesse sentido. Mas não acho que eu consiga lembrar de alguma coisa que tenha feito eu sentir nada além de nojo ou inspiração."
 
Então você acha que muito da controvérsia direcionada a você foi fabricada?
 
"Considerando que eu tenha lançado um disco intitulado Antichrist Svperstar, não, não acho que a controvérsia seja irracional. Não era para ser um cartão comemorativo ou agradável. Era para ser uma declaração, o meu manifesto. E eu estava pensando sobre isso mais cedo; Estou surpreso que tenha sobrevivido àquela época porque eu não era niilista, mas eu achava que o que estava acontecendo no mundo em 1996 era algo que eu queria mudar ou destuir. Penso que fico feliz se eu fiz um entalhe disso tudo. Mas o impacto disso na minha vida é algo que não consigo descrever a ninguém além da música que eu faço."
 
Faz vinte anos que o EP Smells Like Children foi lançado, que leva o Manson vestido de The Child Catcher (NT: o antagonista do filme. Seria algo como "O Receptor de Crianças" em português), do filme musical Chitty Chitty Bang Bang (O Calhambeque Mágico) de 1968, na capa.
Você vê o seu papel como artista diferente do que era na época?
 
"Não, porque o mundo é completamente diferente, mas quase idêntico. É estanho colocar isso na minha cabeça, de quanto tempo já faz. O Smells Like Children tem a I Put a Spell on You (cover de Screamin' Jaw Hawkins) que foi, basicamente, a origem do que algumas pessoas talvez considerem shock-rock e isso, de alguma forma, poderia ser o início de quando eu tenha, ou não, metaforicamente, ou não, vendido minha alma ao demônio. Se eu fosse olhar para isso como se estivesse assistindo a um filme, ficaria, "Isso foi quando aquele cara vendeu sua alma ao demônio e isso é onde ele está agora."
 
Marilyn Manson tem muito mais a dizer durante a nossa conversa. Ele vai de seus quadros, a como o David Bowie estava apto a constantemente reinventar-se, ao apelo de fazer um show menor onde você consegue, literalmente, sentir o cheiro do público. Ele promete que os shows que estão por vir no Reino Unido os verão "fazendo a porra que ele quiser". Tem sido uma entrevista dispersa, mas sempre há algo que você quer perguntar ao Marilyn Manson.
Nos perguntamos se ele tem tempo para ficar um pouco mais?
 
"Você está essencialmente empatando a minha foda agora," vem uma resposta franca.
Há um breve período de sussurros e então uma voz feminina que não tínhamos ouvido antes aparece na linha, "Você vai ter de parar agora," ela diz. "Porque eu preciso do pau dele" e o telefone é desligado.
 
Quanto a entrevista, teve um começo estranho e um final incomum. O meio foi bem estranho também. Mas do Marilyn Manson nós não queríamos ou esperaríamos mais nada.
 

 

Em entrevista recente para a rádio Eagle Rocks, Manson confirmou que já está trabalhando no sucessor de The Pale Emperor, lançado no início deste ano, junto com Twiggy, Tyler Bates e Gil Sharone.

Também cita brevemente que deve fazer alguma coisa com o rapper Cage, e também com Jonathan Davis, vocalista do KoRn. Além disso, Manson deseja continuar atuando e assinou contrato para a realização de alguns filmes.

Ouça a entrevista completa abaixo:

Na última quinta-feira (15), Manson e Tyler Bates participaram de um bate-papo sobre o processo de composição de seu disco mais recente, The Pale Emperor no The Grammy Museum, em Los Angeles. Grande parte do que foi dito já havia sido publicado em entrevistas ao longo de 2015, mas é possível pontuar algumas coisas novas:

Warship My Wreck como abertura do The Pale Emperor:

"Originalmente estávamos completamente certos de que Warship My Wreck seria a primeira música. Mas não foi porque achamos que ela introduz o álbum. Então pensamos a respeito - e não foram coisas de gravadora, tivemos algumas conversas do tipo, "você não vai querer mostrar essa música tão de cara assim", e eu achei melhor mudar porque é uma história que é contada sozinha e eu estava usando o sub-consciente, mas depois ficamos felizes em deixar Killing Strangers."

• Material novo:

"Começamos a trabalhar em novas músicas e estamos para entrar em turnê. Grande parte desse ano foi boa, me diverti muito fazendo essa turnê."

• Turnê:

"Quero tocar discos do começo ao fim. E tínhamos essa intenção quando terminamos de gravar o The Pale Emperor. E queremos fazer o mesmo com o Antichrist Svperstar em Fevereiro."

• Tyler Bates, sobre como é tocar ao vivo com o Manson:

"Os primeiros shows foram em Moscou. Fomos para lá, mas não tocamos, na verdade. Fomos retirados do palco por causa de uma ameaça de bomba, o outro show foi cancelado por protestos religiosos. Foi o começo perfeito para mim! (risos).

E eu aprendi a tocar sem olhar para a minha guitarra, porque eu não queria ser empalado por alguma coisa (risos). E não deixar a guitarra posicionada acima da fivela do seu cinto.

(Manson): É verdade, se você deixar sua guitarra acima do seu pau, tipo...

E foi a primeira vez que tive dois guitarristas, era uma coisa nova para mim. Foi uma nova fase, até por causa do alinhamento do palco..."

Além disso, Manson e Tyler tocaram Sweet Dreams (Are Made of This) acústica e também Fall of the House of Death, que é a versão acústica de Odds of Even! Ouça ambas abaixo.

O áudio completo do bate-papo + performances pode ser ouvido aqui.

Fall of the House of Death

Sweet Dreams (Are Made of This)

 

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21.07 @ Metal Hammer Festival
22.07 @ Junge Garde
24.07 @ Metaldays 2017
25.07 @ Rock in Roma
26.07 @ Villafranca Castle
28.07 @ QStock 2017
31.07 @ Stadium Live
02.08 @ Sport Palace
04.08 @ aken Open Air
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