O site AZ Central publicou uma entrevista com o Manson, onde ele fala sobre a turnê Twins of Evil, a relação entre eles e os membros que já passaram pela banda, o lançamento de um box set e mais. Confira a tradução abaixo:
 
Na véspera da abertura da turnê Twins of Evil com o Rob Zombie no dia 28 de Setembro, como parte do festival Desert Uprising 98KUPD no Ashley Furmiture HomeStore Pavilion, Marilyn Manson fala sobre a turnê, seus antigos companheiros de banda, planos para um box set e como ele não odeia mais o Trent Reznor. Ele também reflete sobre ir para a rehab e como usar drogas e beber quando estiver de mau humor pode não ser uma boa ideia.
 
É claro enquanto ele fala que o shock rocker está em um lugar mais humilde hoje em dia, mas Manson ainda é Manson.
 
Como você compararia suas performances agora às da época do Antichrist Svperstar?
 
É diferente por vários motivos. Obviamente o Twiggy está tocando guitarra agora, e não baixo, então isso faz uma enorme diferença. Não são tão auto abusivo (risos) no sentido de andar pelo palco sangrando. Mas quanto à atitude, sinto que o Twiggy e eu finalmente voltamos ao ponto de sermos irmãos e voltamos ao lugar onde realmente gostamos de aproveitar um ao outro no palco como fazíamos quando começamos. Lembro que tudo começou quando eu liguei para o Twiggy e perguntei se ele queria trabalhar comigo novamente.
 
Eu fui ao show da reunião do Led Zeppelin, e eu nunca fui tão fã de Led Zeppelin como sou do The Doors ou Beatles. Fui ao show e vendo-os tocando Stairway to Heaven foi de tirar o fôlego por um motivo em específico. Posso imaginar aqueles dois caras olhando um para o outro (Robert Plant e Jimmy Page) e dizendo "Você escreveu Stairway to Heaven") Não nos comparando ao Led Zeppelin, mas eu sentia falta do fato de que eu podia olhar para o cara que escreveu The Beautiful People e The Dope Show. Emocionalmente, levou muito tempo para isso passar.
 
Tem muita gente que nunca escutou o Antichrist Spverstar. Seria arrogante e ignorante esperar que as pessoas conheçam algo que você fez no passado. Você tem que engolir o orgulho e admitir que você quer fazer uma volta. E isso que significa que você não estava em seu melhor e eu sinto como se tivesse parado de ser quem eu precisava ser. Quando eu comecei a fazer esse disco (Born Villain), eu não queria ser quem eu era, mas eu certamente não queria ser quem eu era na época. Eu sabia que era pra eu ser algo melhor do que eu então, era. Sinto que agora estou perto de ser o que eu devo ser e estou gostando do que estou fazendo aqui.
 
Quando as pessoas me perguntam sobre drogas e álcool, eu digo, "Sim, eu fui para a rehab, eu fui para o hospício e eu fui preso." A principal lição que você pode aprender é usar drogas e álcool quando você está de bom humor e não de mau humor e encontrar um balanço em qualquer coisa que você faça. As pessoas bebem para entorpecer a dor e o sofrimento. Acho que é a dor e o sofimento que faz você virar um artista. A arte em si deveria ser a dor, algo como exorcizar todos os demônios e fazer você se sentir uma pessoa que importa.
 
Quem é o seu personagem favorito, Hank Moody do Californication ou Kenny Powers do Eastbound & Down?
 
Essa pergunta é difícil. Acho que sou um autômato dos dois. Embora eu estivesse em uma liga de futebol e eu tenho um braço bom pra caralho porque eu costumava jogar pedras nos carros. Eu gosto do senso de humor do Kenny Powers e eu gosto do coração do Hank Moody. Fiz participação no Californication e fiz o papel de mim mesmo.
 
Você falou sobre fazer uma turnê tocando o Antichrist Svperstar, Mechanical Animals e Holy Wood inteiros e tocando três dias em cada cidade. Você ainda tem interesse em fazer isso?
 
Sim. Depois que terminarmos essa turnê, eu quero gravar de novo, mas eu sempre fiz o que quis. Quando você dá isso (para a gravadora), vira algo diferente. Temos planos de fazer um box set com várias coisas que não foram lançadas e não apenas outtakes ou versões acústicas, mas várias coisas que são especiais.
 
Então não há problemas em lançar o box set pela Interscope Records ou Trent Reznor?
 
Não. Toda essa parte da gravadora já passou. A única parte ruim é que alguns dos mixes foram destruídos. Mas ele não destruiu os mixes que eu me importo. Não tenho nada contra ele. Ele me ajudou a colocar no mundo e eu segui meu caminho e o que aconteceu, aconteceu. Não acho que você deva voltar e consertar as coisas que já foram feitas.
 
Então se você encontrasse o Trent Reznor hoje não haveria ressentimento?
 
Não, não acho que há tensão. Não acho que tínhamos muito em comum. Tínhamos um certo senso de humor em comum. Ele sempre foi mais um tipo de "atleta" e eu um "metaleiro".
 
O que você pensa sobre ter tido tantas pessoas diferentes entrando e saindo da banda ao longo dos anos?
 
É difícil para mim dizer isso porque eu não sou outra pessoa. Tive uma pessoa que não está mais na minha banda dizendo que é muito grave estar na minha sombra. Nunca tratei ninguém na minha banda como se eles não estivessem no mesmo nível que eu. Não sou esse tipo de pessoa. Desrespeitei pessoas na minha banda no passado e essa foi a minha fraqueza. Acho que as pessoas tem dificuldade em entender como eu penso.
 
Não fiz aula de guitarra e não sei como tocar acordes, mas eu consigo fazer do meu próprio jeito e acho que às vezes isso irrita alguns guitarristas que sentam e tocam o dia inteiro e tem as pessoas que gostam disso. Para mim, nunca foi uma situação de ego onde eu falasse, "Eu sou o chefe, vai se foder." Sempre foi uma situação onde alguém vem até mim e diz, "Não consigo tolerar mais trabalhar com você" e eu aceito, não os culpo por isso. Mas eu também penso às vezes que não sou tão difícil de ser entendido. Não sei o que levou às pessoas a ficarem com tanta raiva e amargura -- pessoas como meu antigo tecladista, o Pogo, que eu o conheço há anos. Me sinto mal por ele, mas existem as queixas com tudo.
 
Olhando para trás, a única pessoa que realmente me surpreendeu foi o Chris Vrenna porque eu o conheço desde 1992 e por ele não estar apto a dizer na minha cara, "Hey, não quero mais fazer isso." Ao invés disso, ele disse "Te vejo amanhã" e nunca mais voltou. Acho isso estranho, não sei se ele tem medo ou acha que vou bater na cabeça dele com algo. Não sou assim. Iríamos fazer uma tatuagem juntos.
 
Você está ansioso para a próxima turnê com o Rob Zombie e seus antigos companheiros de banda, John 5 e Ginger Fish?
 
Sim, será divertido. Ainda amo o Ginger. Ele quase fez essa turnê, mas ele está tocando com o Rob Zombie. O Ginger é um gato selvagem. Ele é sempre a pessoa mais perigosa de estar por perto, mas sempre a pessoa que teria meu apoio. O John 5 não teve a constituição (risos) para estar no Marilyn Manson. Ele é um grande guitarrista e ele é um cara legal, que é um dos motivos pelo qual eu o demiti (risos). Estou ansioso. Gosto deles e isso com o Rob Zombie parece como algo que eu nunca faria por algum motivo, mas parece que é algo que as pessoas querem ver.
 
Você tocará antes do Rob Zombie todas as noites?
 
Iríamos variar, mas eu escolhi ir somente antes porque se eles forem pegar alguma garota após o show, elas já terão passado por nós. E acho que será um desafio maior pra eles, não importa o quão ótimo o show ou a música seja.

Manson participou mais uma vez do programa That Metal Show, mas dessa vez apenas fazendo parte do quatro "Top 5", onde eles escolhem um determinado assunto e criam um top 5 sobre isso. O tema dessa semana foi "As cinco melhores barbas do rock". Manson citou o top 5 dele e ainda fez piada com a Courtney Love.

Esse vídeo também marca o primeiro encontro (gravado) entre o Manson e o John 5, desde que ele deixou a banda em 2004. Assista!

 Da Rolling Stone Brasil:

 
O serial killer Charles Manson enviou uma bizarra carta aberta ao roqueiro Marilyn Mason diretamente da cela onde vive condenado à prisão perpétua, na Califórnia, Estados Unidos.
 
O texto foi revelado pelo site Loudwire e alterna algumas passagens sem sentido com ameaças ao músico, cujo nome é a união de dois ícones dos anos 60: a atriz Marilyn Monroe e Charles Manson, o culpado por uma série de assassinatos em 1969.
 
Leia abaixo a carta (que não faz muito sentido) na íntegra:
 
“Para Marilyn Manson, 
Eu demorei muito tempo para chegar ao lugar onde eu possa atingir M. Manson. Agora eu tenho uma cartada para dar – você pode ver a minha não lucrativa ATWA [organização criada pelo serial killer em defesa do meio ambiente] e dar a Manson o que ele acha que deve receber por ar, árvores água e você. Ou Manson irá pagar pelo o que ele fez – a música que transformou Manson no Diabo de Abraxas, eu estou certo de que você quer um pouco daquilo que tenho para você. Isso está longe de ser balanceado. Vai além de bom e mau, certo ou errado. O que você não faz é o que eu faço, o que você cantou junto, deixou rolar e afirmou ter me ajudado. Eu não preciso, não preciso nem quero. Golpeado – golpear. Dançarinos fantasmas matam juntos e você simplesmente está no meu túmulo. Corona-coronas-coronae [“corona”, em inglês, pode ser traduzida como a parte superior da cabeça] – você me viu de baixo, com tudo sobre mim. Dois caminhões de lixo, fazendo o mesmo que CMF 000007. 
Charles Manson” 

O site oficial, marilynmanson.com, anunciou hoje a turnê que a banda fará na América do Sul. Além dos confirmados Paraguai, Argentina e Chile, a banda vai tocar no México e Equador. Sentiram falta de algum país? Pois é.

Enfim... Abaixo uma imagem do site oficial com as datas.

 

Além de estar confirmado no Paraguai e Chile, Manson também foi anunciado como atração do Maquinaria Festival na Argentina, que acontece entre os dias 8 e 10 de Novembro em Buenos Aires. Manson toca no dia 8 ao lado de bandas como Slayer, Mastodon e Cavalera Conspiracy. O line-up completo pode ser visto aqui.

Essa é quinta vez que o Manson se apresenta na Argentina. Três vezes durante a turnê Dead to the World - uma em 1996 e duas em 1997 - e a última vez em 2007, quando tocou no Pepsi Music Festival.

Ainda não há nenhuma confirmação sobre show no Brasil.

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25.07 @ Rock in Roma
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