Foto foi colocada em seu perfil pessoal no Facebook.

O mágico (e grande amigo do Manson) Rudy Coby foi entrevistado pela revista Inglesa Bizarre e, no meio da matéria, há uma pequena entrevista com o Manson com ele falando sobre mágica. A matéria tem quatro páginas e a entrevista com ele está na página 3. Os scans podem ser vistos no fórum do fã-site Provider Module clicando aqui.

 

Mágico Manson
O Deus da Foda revela seus truques e travessuras secretas

Qual foi o primeiro truque que você fez?

Protestantes do Pró-Vida costumavam se reunir em um cruzamento perto da minha casa, então fui até uma loja de mágica e comprei uma arma de mão que solta chamas da sua mão. Tinha um cara que parecia ter mais de 70 anos segurando uma placa com uma foto de um bebê abortado. Fui para perto dele com o meu carro, abaixei a janela e disse, "Tenho uma mensagem de Satã" e "Boom!" - Soltei uma chama no rosto dele. Ele correu e eu respeito o fato de que alguém daquela idade consiga correr. Estou assumindo que ele correu de volta para a Igreja e contou isso para confirmar que o Demônio é real, mas foi ótimo ver um cara tão aterrorizado por um truque de mágica que custa 21,99 dólares, que era uma quantia difícil de se conseguir, mas eu roubei de uma bolsa de uma mulher - isso foi mágica também.

Você é um membro do clube exclusivo do Magic Club. Você teve que audicionar?

Eles me deram uma associação honorária porque eles sabiam que eu poderia fazer garotas desaparecerem e que eu causo caos regularmente. Se eles pedissem, eu faria uma performance do meu truque favorito, que é cortar uma garota ao meio. A grande questão, é: Qual metade você quer? A metade que fala ou a metade que você fode? E isso é um dilema. Talvez sejam as duas, se você fizer certo.

Quais outras ilusões você gosta?

Descobri um truque interessante com um bigode do Hitler/Chaplin que eu colei no meu rosto uma vez. Alternei entre usar um chapéu-coco e um quepe SS, então uma hora eu era um cara engraçado e outra hora um cara não-engraçado. É fascinante como um chapéu pode mudar toda uma aparência - isso é mágica.

Quais foram suas primeiras impressões sobre o Rudy?

Imediatamente o apelidei de 'Vanilla Lugosi', porque seu cabelo era tipo uma mistura do Bela Lugosi e Vanilla Ice. Era pra ser um insulto, mas ele riu e instantaneamente veio com as mesmas opiniões e críticas sobre tudo o que eu tenho. Rudy tem um incrível conhecimento de performance e ele me convenceu a produzir várias coisas que eu não tinha feito na época. Foi assim que nossa relação começou - e ele também me deu uma cabeça prostética dele mesmo, que mais tarde eu usei para o sexo oral, mas não em mim, em geral... Quis dizer, sexo moral.

Como o Rudy influenciou seus shows?

O Rudy me deu mais conhecimento sobre arte mais do que qualquer outro amigo ou colega. Em um ponto, ele apenas quis ser o Goebbels para o meu Hitler ou Gala para o meu Dali, e isso foi quando ele morou comigo. Mas penso que o Rudy é um gênio e eu não poderia ficar mais feliz de ver que ele está de volta fazendo o que ele faz. Isso seria um retrato perfeito - David Blane e David Copperfield chupando um ao outro, enquanto o Rudy fica ali com seu cabelo perfeito.

Twiggy e Fred discotecaram no Bronson Bar em Hollywood, Califórnia na última Quinta-Feira (31). Veja duas fotos:

 

Fonte: Base Tendencies

O fã-site Francês Marilyn Manson FR entrevistou o diretor e fotógrafo Anthony Silva, um dos produtores, juntamente com o Manson, do filme Phantasmagoria: The Visions of Lewis Carroll.

De acordo com diferentes fontes, o Phantasmagoria teve sua produção cancelada por tempo indeterminado por causa do trailer, que vazou no ano passado, e causou uma reação devido a certas cenas que foram ditas como muito violentas. Qual o status hoje? Você disse recentemente que estava editando gravações que não haviam sido vistas.

Não tenho muita certeza de quando o rumor começou, considerando que a maioria dos investidores viram o trailer há anos. Até onde eu sei, o projeto não está morto. Novamente, às vezes essas coisas levam tempo. Tenho olhado as gravações ultimamente e talvez saia dali um novo teaser ou até mesmo um curta. Quando mostramos o trailer em Berlin, eu estava trabalhando em uma versão alternativa que focava mais na personagem Alice e a fotografia do Charles Dodgson. O que vocês viram é só uma dica do que existe.

Você compartilhou essa obsessão que o Marilyn Manson teve pela personagem do Lewis Carroll depois de todo esse trabalho e pesquisa que você fez para o filme?

Acho que é bem difícil não ficar consumido pelo filme quando ele é escrito. Na época, eu estava editando vídeo de dia e escrevendo à noite, levando duas vidas completamente diferentes ao mesmo tempo com pouca noite de sono. Dodgson de dia, Carroll de noite. Dualidade é algo que todos nós experimentos e tentamos balancear de um modo ou outro, especialmente dentro de nossas vidas pessoais e profissionais. A história de Lewis Carroll exemplifica isso, o analítico vs. o criativo.

Quais foram suas conclusões quando você teve a chance de comparar as fotografias do Lewis Carroll com o resto de seu trabalho?

Seus talentos abrangem muito mais do que apenas seu trabalho literário. A maioria das pessoas não percebem que Charles Dodgson era um fotógrafo mestre e completo na arte. Durante o processo de escrita, tivemos a rara oportunidade de ver algumas de suas fotografias originais e elas eram incríveis.

O que você achou da versão de Alice no País das Maravilhas feita pelo Tim Burton?

Isso é meio difícil de responder. Burton sempre foi uma influência no meu trabalho (um dos meus primeiros curtas foi uma adaptação live-action da The Melancholy Death de Oyster Boy). Quando você vê um filme do Burton, você sabe que é um filme dele e acho que isso é imperativo no cinema; seu estilo e visão vivem em cada frame de seu trabalho. Dito isso, A Alice do Burton não era a Alice que eu queria ver, mesmo em 3D. Por mais que eu tenha gostado do que alguns atores trouxeram aos personagens, senti que a história estava perdendo a essência do País das Maravilhas do Carroll. Sou mais fã da animação que a Disney fez e mais fã ainda da Alice em stop-motion feita por Jan Svankmajer.

O álbum Eat Me Drink Me é muito influenciado por Alice no País das Maravilhas e Lewis Carroll, o título do disco e conceito, bem como várias letras e títulos de músicas, e, claro, a turnê Rape of the World (projeções, a cadeira gigante etc). O quão próximas eram as direções durante o Eat Me, Drink Me com todo o projeto do Phantasmagoria?

Quando você está absorvido no processo de escrita, é difícil não ter elementos de ambos, especialmente na temática. Há dicas do País das Maravilhas e seus habitantes em ambos. Entretanto, de um ponto de vista narrativo e visual, os dois são animais completamente diferentes.

Acho que um erro comum sobre o Phantasmagoria é achar que vai ser como um longo videoclipe do Marilyn Manson e esse não é o caso. Manson e eu vamos criar um filme de terror psicológico na veia de Polanski e Bergman.

Ano passado você tirou fotos do Manson para o Rudy Coby Experiment. Iremos ver mais fotos dessa sessão? E aquelas fotos nunca antes vistas do Manson com a Evan Rachel Wood que apareceram na biografia da A&E?

O Rudy Coby Experiment foi um dos meus projetos favoritos do ano passado.  Definitivamente existem mais fotos dessa sessão que podem ser usadas para segmentos adicionais do show do Rudy e espero que possamos ver mais do Manson mágico no futuro. Com relação às fotos do EMDM, espero poder colocá-las em uma exposição ainda esse ano com o Nick Kushner e alguns outros artistas, então mais dessas fotos podem ser vistas publicamente. Algumas das minhas favoritas nunca foram usadas no álbum.

Você vai colaborar com o Marilyn Manson no encarte do novo disco?

Vi o Manson semana passada e conversamos sobre novo fazer novo material em breve. Se vai ter relação ou não com o disco novo, eu não tenho certeza.

Em Maio de 2010 você disse ao MansonWiki que estava trabalhando em filme baseado na história Scape-Goats. Há algum outro projeto para 2011?

Estou voltando a escrever o Scape-Goats depois de tirar alguns dias de folga e explorar algumas ideias de curtas para festivais e online. É uma época bem animadora para artistas com tantos lugares para exposição.

O que você diria aos fãs do Manson para o ano de 2011?

Como um fã, acho que 2011 será animador. Não posso dizer muito sobre o novo disco agora, mas escutei várias músicas e elas são incríveis.

Veja fotos e stills exclusivos do filme aqui!
Entrevista em Inglês aqui.
Créditos: Anthony Silva, Celebritarian Corporation, Marilyn Manson FR

O fã-site Inglês Provider Module fez uma entrevista exclusiva com mais novo integrante da banda, Fred Sablan. Leia na íntegra abaixo:

Como um novo capítulo criativo do Marilyn Manson começa em 2011, então também começa a consolidação do que pode ser a formação mais firme e forte da banda. Completando a formação está o baixista Fred Sablan, que já tocou na banda punk Californiana Crack, atual colaborador no Goon Moon, compositor de seu próprio projeto, Birthday Twin, e DJ juntamente com o grande amigo do companheiro de banda Twiggy Ramirez.


Com que idade você começou a tocar, e como isso caminhou para a formação do Crack?

Cedo... Provavelmente com 11 ou 12 anos. Eu ligava minha guitarra Sears no som e tentava tocar junto com as músicas; nem sabia como afinar uma guitarra por, pelo menos, um ano.
Sou canhoto, mas, por algum motivo, tocar guitarra como um destro era mais fácil pra mim. Comecei a ir a shows na mesma época também, vi tudo; de grandes shows de rock até pequenos shows punks em porões. Toquei em algumas bandas, mas não as levei a sério. Assisti ao show da Bad Brains com o Butthole Surfers e foi quando tudo mudou pra mim. Eles destruíram o palco e não ligaram pra nada... e a música era ótima. Total expressão com zero compromisso. Eu queria uma banda como aquela.

É difícil achar informações sobre o Crack. Você poderia nos contar um pouco sobre a banda e suas lembranças de como era tocar na cena da Califórnia durante aquela época?

Nós tocávamos como se estivéssemos sendo eletrocutados e cada show era completamente diferente. Alguns shows eram incríveis e outros um desastre... Eu gostava de ambos. Não tínhamos um perfil no MySpace ou qualquer nonsense do tipo. Tocamos vários shows, fomos banidos de algumas casas, irritamos outras bandas... Fico surpreso que vivi depois de alguns deles. Então um dia esgotamos uma noite em uma casa local e estávamos na capa da The Metro. Eu sabia que a partir dali começaria uma decadência porque estava virando algo que eu não queria ser parte. Me mudei umas duas semanas depois para Los Angeles depois de tocar cinco shows em quatro dias. Havia uma cena criativa totalmente diferente que eu queria fazer parte. Eventualmente, começamos a nos odiar e a banda acabou.

Quais artistas te inspiraram, e como isso formou sua abordagem para a música, tanto na época como agora?

Sempre fui fã do Paul Simonon do The Clash. Sem besteiras e completamente legal, ele significa 100% tudo que faz. Gosto de músicas pop idiotas pelo puro barulho. Tem os principais para mim, tipo o The Stooges, X, Velvet Underground, David Bowie, Funkadelic etc... Artistas que nunca se comprometem. É isso que eu amo no Marilyn Manson.

O artigo sobre o Crack na Metroactive em 1997 diz que você assistiu Twin Peaks e My Own Private Idaho quando gravava, enquanto o Birthday Twin foca na trilha sonora. O quão importante é o cinema para a sua música?

Passei a maior parte da minha vida obcecado com filmes e música. Ambos podem mudar um ao outro dramaticamente. Sempre quis fazer a trilha sonora de filmes e sempre escrevo músicas com visuais na minha cabeça.

Você é um multi-instrumentista, mas tem algum favorito?

Agora é o baixo. Tenho me divertido muito com ele no momento.

Você pode nos falar sobre seus equipamentos favoritos? Como amplificadores, guitarras, pedais, sintetizadores, ferramentas de mixagem/gravação...

O que funcionar. Não importa, entanto que soe como eu quero que soe. Tenho vários pedais/amplificadores/sintetizadores/guitarras  ruins e bons, mas você nunca sabe o que vai funcionar melhor para a situação. Passei vários anos tentando encontrar o “melhor” equipamento, mas realmente não importa. Quando estivermos em turnê, vou usar os amplificadores de baixo Ampeg do Twiggy, que é o que ele sempre usou porque eu quero verdadeiro som do Marilyn Manson. Iremos adicionar alguns extras também.

Onde você fica mais? Em casa, palco ou estúdio?

Tocar é o que eu mais gosto de fazer. O estúdio é onde posso passar meses criando qualquer coisa, não tem fim e faz meus dias mais interessantes. Shows fazem tudo valer a pena, mal posso esperar.

Como você e o Twiggy viraram amigos? Isso naturalmente levou ao Goon Moon e as discotecagens juntos?

Tenho sido amigo do Aaron North por um tempo antes de ele entrar para o Nine Inch Nails. Fui com alguns amigos a um show em San Francisco em 2005 e foi onde eu conheci o Twiggy. Passei algum tempo em turnê com eles, apenas me divertindo no ônibus e viajando por semanas. Discotecaríamos juntos nesse barzinho em Hollywood onde o Twiggy e eu adoramos as mesmas músicas estúpidas. Somos muito parecidos em vários aspectos. De alguma maneira viramos grandes amigos. Sempre vamos almoçar no mesmo lugar pelo menos uma vez por semana, literalmente por anos. Ele começou a falar sobre o Goon Moon e a ideia de fazer shows. Basicamente falei da minha maneira na banda, ele nunca tinha me visto tocar um instrumento. Esse dia ele teve fé em mim para fazer isso. Descobrimos que tocamos de um jeito parecido durante os ensaios. Então, nos shows, trocávamos entre a guitarra e o baixo.

Os fãs do Goon Moon estão ansiosos para ver material futuro. Você pode nos dizer se existe algo planejado ou pronto para ser lançado? E também, você fará mais coisas do Birthday Twin no futuro?

Leva por volta de um dia para o Chris Goss e o Twiggy escreverem três músicas, gravarem e deixá-las prontas. Definitivamente, é só entrar em uma sala e fazer. O Goss tem ficado muito ocupado com o Masters of Reality e estamos ocupados com o disco do Manson, então é só uma questão de tempo livre. Estou planejando alguns lançamentos do Birthday Twin, tem bastante material. Um será uma performance ao vivo para um curta metragem, e então lançar isso em DVD com algum tipo de download da música.

O quão incrível é tocar com gente como o Chris Goss, Twiggy e Vrenna?

Muito. Aprendi muito com o Goss, suas habilidades musicais e conhecimentos são surreais e ele é o homem mais doce que tem. O Twiggy é, obviamente, um baixista maravilhoso e pode escrever infinitas músicas. Ele é um guitarrista bom pra caralho. Não sei se as pessoas percebem isso totalmente. Fico constantemente fascinado com o Vrenna, suas habilidades em estúdio são melhores que a maioria e a bateria é puro sangue, vontade e poder.

Quais artistas contemporâneos você acha que estão fazendo algo bom e progressivo na música atual?

Tem alguns, como o Liars, The Entrance Band, The Horrors, UNKLE, Black Mountain, A Place to Bury Strangers, Black Angels, Grouper... Sempre procuro por coisas novas. A carreira solo do John Frusciante é impressiva também.

O que você tem escutado recentemente? (velho e novo)

Tenho escutado o Disintegration do The Cure constantemente no meu carro. Nunca envelhece. Também tenho escutado uma banda chamada Dungen, eles são Suecos e bons.

Quanto você tem seguido ou escutado Marilyn Manson antes de entrar na banda? E você tem um disco favorito, músicas ou uma era em particular que ressoa com você?

Assisti o vídeo da Sweet Dreams quando saiu e comprei o CD no dia seguinte. Sempre amei a banda e comprei todos os CDs. Sabia que o Manson era um gênio e ele só provou isso mais e mais em cada disco. Eu também poderia dizer instantaneamente que o Twiggy é o outro fator musical e visual principal com o Manson. Ele é um grande compositor com a presença de palco de dez rockstars em um. Os shows, visuais, música, entrevistas etc... Nunca para. Quanto às músicas e eras favoritas, isso muda toda hora. É assim que deveria ser com suas bandas favoritas. Agora é o disco novo... obviamente.

Quando eu mudei pra Los Angeles em 1997, eu fui até o Hollywood Lanes jogar boliche com amigos (The Big Lebowski foi filmado lá). Acabamos ficando na pista próxima ao Manson, Rose McGowan, Vincent Gallo e sua jovem namorada na época. Manson e Gallo sentaram lá com bebidas, dizendo para as garotas como jogar boliche sem tocar nas bolas. Fiquei fascinado. Estava nervoso demais para falar algo com ele. Contei essa história pro Manson recentemente.

O Manson que disse que você estava na banda. Como isso aconteceu? Foi um processo formal ou foi uma coisa natural do Goon Moon e projetos associados ao Marilyn Manson?

Eu estava com o Twiggy quando ele encontrou com o Manson no Hotel Roosevelt no final de 2007, eles não se viam há tempos. Foi um momento mágico que o levou a voltar para a banda e eu me senti muito sortudo de estar ali. Houve várias vezes depois daquilo que sairíamos, foi ótimo conhecer o Manson e o Vrenna em um nível diferente, sem ser na música. Em um ponto, o Twiggy me convidou para ir até o estúdio. O Billy Zane já morou ali e agora foi convertido em um enorme espaço para gravação. Também serve como um espaço para os quadros do Manson, tirar fotos, fazer filmes e tudo que ele quiser. O Manson tocou pra mim o que eles tinham gravado até então e meu queixo foi no chão, eles só tinham trabalhado naquilo por um ou dois meses. Eu estava completamente ligado a isso. Uma semana depois, fui lá de novo e tivemos uma noite louca. Fizemos uma música com o Manson no microfone cantando, a energia na sala era inacreditável. Manson e eu nos falamos quando ele estava na Grécia com a exposição e foi quando ele falou pra mim da ideia de eu entrar na banda. Depois de um mês indo no estúdio para tocar e se divertir, ele me deu a palavra oficial. Não consigo nem descrever o quão feliz eu fiquei aquele dia.

Nos dois últimos discos do Manson, a composição foi colaborativa entre o Manson e uma ou duas pessoas. A sua inclusão na banda alterou esse método?

Não sei se alterou muito. O Manson e o Twiggy são os homens principais, eles escrevem músicas fodas... ponto final. Nós quatro estamos trabalhando duro para criar um disco incrível, mas é o Manson que leva tudo isso a todo um nível diferente.

Ano passado nas redes sociais, o Manson colocou fotos de um trabalho em progesso – Fred, The Tree Man. Assumindo que esse era um retrato seu, o que você acha disso? Você tem uma cópia dele?

Esse sou eu... Como o homem-árvore. Manson pintou ele depois de me dizer que eu estava na banda. A ideia do quatro veio de uma das vezes que saímos e estou muito honrado que ele tenha feito. Está pronto e foi enquadrado pra mim.”

 

 

www.marilynmanson.com
www.myspace.com/birthdaytwin
www.myspace.com/goonmoon

A entrevista em Inglês pode ser lida aqui.

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