No dia 14 de Novembro de 2000 é lançada a terceira parte de uma Triptych que começou com o Antichrist Svperstar e Mechanical Animals. Considerado por muitos fãs como o melhor disco da banda, é o trabalho mais complexo até agora. Vai do oculto até a cultura pop e sociedade banhada pelo Celebritarianismo.
Hoje, o Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death) completa dez anos de existência e não poderíamos deixar passar em branco.

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Celebritarianismo
Salmo 23
Cruz Tau
Alquimia e Cabala
O Oculto
Tarô e Holy Wood
King Kill 33º
Valentine's Day
LambofGod.com
Capítulo 10 do livro Holy Wood

E também os três videoclipes lançados:

Disposable Teens (2000)

The Fight Song (2001)

The Nobodies (2001)

Como prometido, aqui estão os scans e a transcrição da matéria sobre o Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death) que a revista Inglesa Kerrang! fez em comemoração aos 10 ano de lançamento do álbum, que acontece no próximo 14 de Novembro.

Créditos ao membro O-Mitchell do Babalon pelos scans.

   

Gritando por Vingança

Como consequência do terrível tiroteio no colégio Columbine, Marilyn Manson foi demonizado como o inimigo público número um da América. Sua resposta?
O brilhante Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death) – lançado há 10 anos nessa semana – um álbum que o encontrou encarando seus odiadores de frente...



“Assassinos adoravam a aberração do rock” era a manchete. “Maníaco Adorador do Demônio Disse aos Jovens para Matar” eles disseram.
Quando os estudantes Eric Harris e Dylan Klebold foram para o colégio Columbine em Littleton, Colorado, com armas e bombas caseiras e mataram 13 colegas de escola e professores em 20 de Abril de 1999, a mídia decidiu que alguém deveria ser o culpado: Marilyn Manson.

O cantor já era um nome doméstico, um que polarizou opiniões ao redor do mundo, irritando a direita, liberais, conservadores, os religiosos e os agnósticos. Mas embora sua banda seja rotulada como “talvez o grupo mais doentio já promovido por uma gravadora do mainstream” pelo Senador Americano Joseph Lieberman, ele tem sido – até agora – fácil de dispersar como um shock rocker inofensivo. Sua imagem foi alimentada, principalmente, pelos álbuns Antichrist Svperstar de 1996 e Mechanical Animals de 1998, o segundo e terceiro álbuns da banda, e reforçada pelas imagens e encartes infernais que o acompanhavam. Mas ninguém realmente o achava ofensivo. Ninguém em sã consciência.

Então veio Columbine e, repentinamente, tudo mudou.

Manson foi culpado pelas mortes daqueles 12 estudantes e uma professora, como se ele mesmo tivesse puxado o gatilho. Depois que Eric Harris e Dylan Klebold se rebelaram na escola, atirando balas e bombas, foi para o Manson que o mundo olhou.

Só havia um problema: Nem Eric ou Dylan gostavam de Manson. De fato, eles achavam que ele era “uma piada”. Ainda assim, por que deixar isso como se fosse o contrário?

Manson foi ameaçado de morte, perseguido como uma ameaça para a América em si. A banda cancelou as datas da turnê Americana, uma marca de respeito, e não de culpa, e se fecharam. Manson foi forçado a se defender várias vezes, antes de sair dos holofotes durante três meses para recuperar alguma sanidade.

Foi a época que ele pensou: Ele começou a meditar, ponderando sobre o mundo bizarro que ele encarava agora, o mundo em que as músicas tomaram vida através de uma mídia enlouquecida e uma reação exagerada do público. Ele pensou sobre o que a América tinha se tornado, ele pensou sobre liberdade, individualidade e notoriedade, ele pensou sobre censura, verdades e mentiras e ele pensou sobre a maneira que a arte poderia ser distorcida para se encaixar na vida. Então ele colocou tudo em um álbum, Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death), lançado há uma década, mas que ainda é, fulminantemente, relevante nos dias de hoje.

“Por um tempo eu fiquei com nojo das pessoas,” Manson disse ao nyrock.com sobre seu período de exclusão. “Eu precisei de três meses sem ser uma pessoa pública. Eu precisei de três meses para decidir o que eu ia fazer e como eu ia reagir.”

Foi então que ele ponderou o que todos estavam dizendo sobre ele, mas ao invés de se sentir pressionado pelas ameaças que encarou, ele decidiu lutar de volta: Ele ia atacar a mídia e a indústria do entretenimento, que estava rotulando-o como a inspiração dos assassinos. Ele ia jogar com eles em seu próprio jogo e, então, faria uma crítica intensa ao estado da América, suas opiniões e a maneira com que ela trata seus ícones.
“O álbum Holy Wood é uma declaração de guerra,” ele disse. “De certo modo, estou declarando guerra aos Estados Unidos. Não a todos, mas estou atacando o vazio da indústria do entretenimento, a atitude auto congratulatória, as crenças de que eles nunca podem errar, de que sempre estão certos, que são o centro do universo. É um claro ataque à indústria do entretenimento.
A mídia me culpa por basicamente todo ato de violência que acontece na América, não importa o que seja. Então o que eu deveria fazer? Ficar parado e deixá-los me foderem ou virar e quebrar seus dentes? Decidi que vou fazer a última. Mas vou fazer com o Holy Wood, e vou fazer de forma tão dura que eles vão desejar nunca terem nascido.”

Manson escreveu muito do Holy Wood em sua casa, em Hollywood Hills; aparentemente a mesma mansão onde o Rolling Stones escreveu o álbum clássico de 1969, Let it Bleed. Era um lugar interessante, onde o cantor ficaria na espreita à noite, tomando absinto e travando guerra contra os gambás que corriam sob o terreno. Velas seriam acesas em cada superfície, distinguindo a decoração do Manson: Um membro protético de um bebê de um ano, um esqueleto de 1,50m completo com crânio de bode, e uma tropa de animais mortos e empalhados. Originalmente construída para uma atriz de Hollywood da época dos filmes mudos – cujo retrato Manson manteve na lareira – parece que não tinha lugar melhor para o cantor sentar e pensar sobre os meandros e mentiras da indústria do entretenimento: i.e Hollywood.

Holy Wood foi um álbum que, originalmente, era pra vir com um livro e um filme, também, de tanto que o Manson tinha pra dizer. Nenhum dos dois saíram, mas o fato de que estavam sendo planejados, prova o quão Manson estava ambicioso com o projeto. Colocado contra a parede pelo que o resto do mundo do rock e metal estavam tentando na virada do século – Limp Bizkit estava desfilando sua irreverência com o Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water e o Disturbed estava revelando sua fúria inventada com o The Sickness, por exemplo – o cantor entrou em uma liga própria.

“Angústia falsa realmente virou um produto,” ele disse à Kerrang! em uma entrevista na sua casa na época. “A indústria fonográfica está cheia de pessoas fingindo estarem loucas com algo que genuinamente capta uma emoção... Quando eu comecei a fazer esse disco, eu realmente tive a atitude de “não ligo se ninguém comprar”. Fiz esse álbum porque é bem catártico e importante para mim fazer isso.”

O ataque do Manson à mídia foi um que ele enrolou em sua própria história. O Holy Wood é, de alguma forma, um álbum autobiográfico, no qual ele conta a história de como foi ser Brian Warner, um nada, até Marilyn Manson, figura odiosa. Sendo o Manson, ele enrolou tudo isso em algo com um toque pretencioso – no caso, o filósofo Alemão Friedrich Nietzsche e a Bíblia – enquanto traça ilusões ao fascismo, consumismo e fundamentalismo. Conservadorismo de armas e religião estavam na linha de tiro. Martírio, heroísmo e cultura pop foram explorados. A seguir, ele criticou o jeito que a América cria sua juventude, virando Columbine contra o país e a própria mídia antes de examinar por que eles sentiram a necessidade de colocá-lo como um bode expiatório, ao invés de encarar suas próprias falhas.

“[O Holy Wood] não é [tão] necessariamente sobre o incidente em Columbine, mas mais sobre o motivo pelo qual aconteceu,” ele disse. “[É sobre] a maneira que a América cria seus filhos para que eles se sintam rejeitados e façam com que eles já se sintam mortos. Eles realmente não têm algo para viver e está tudo concentrado com as repercussões do incidente.”

E ele também examinou onde ele sentiu que se encaixou, também. “The Fight Song” foi, talvez, a faixa mais autobiográfica, com “Target Audience” não ficando muito longe disso.

“”The Fight Song” é relacionada ao aspecto revolucionário do álbum,” ele explica. “Você tem uma pessoa que cresceu a vida toda achando que a grama é mais verde do outro lado, mas quando ele finalmente faz tudo que pode para ser parte desse mundo que ele acha que é perfeito, ele percebe que é pior do que de onde ele veio e isso é totalmente exploratório. Ele se sente traído e, idealisticamente, ele acha que pode derrotar isso e fazer um mundo melhor através da música... “Target Audience” é sobre ser um ninguém querendo ser alguém.”

No topo de todo o resto, o álbum também foi a terceira parte de um exemplar de conceito mais abrangente que começou com o Antichrist Svperstar e Mechanical Animals. Anteriormente, Manson usou personagens – O Verme no primeiro e o Omega no segundo, e aqui ele usa o protagonista Adam Kadmon para contar sua história, o incitando a liderar uma rebelião contra Holy Wood,que se baseia na sua mídia rica, famosa e manipuladora, apontando a hipocrisia do mainstream da cultura Americana. Comparado a seus contemporâneos, as ideias do Manson arrepiam com inteligência que poucos conseguiriam sacar.

Quando foi lançado no dia 14 de Novembro de 2000, o Holy Wood, que combina comentário social e metal industrial polido, recebeu reviews divididas. Houve aqueles que disseram que o disco foi a apoteose de tudo que ele já havia tentado alcançar, uma observação selvagem da sociedade moderna. Para outros, no entanto, sua mensagem foi mais bem sucedida do que a música – conceito brilhante que se deixou levar pela pretensão artística.

Era a música criada por Manson, junto com os principais co-escritores: O baixista Twiggy Ramirez e o guitarrista John 5, junto com os companheiros de banda, que são o baterista Ginger Fish e o tecladista Madonna Wayne Gacy. Quando os cinco excursionaram com o álbum, eles descobriram que a controvérsia o seguiam em todos os lugares. Grupos religiosos protestavam do lado de fora dos shows, jornais clamavam atacá-los e estações de rádio transmitiam pessoas ansiosas para despejar a ira no Manson. Todos nos quais provaram o ponto de por que ele fez o álbum, em primeiro lugar.

Quando as redes de lojas na América baniram o álbum por causa da capa – que mostra o Manson em uma cruz sem mandíbula para significar, tanto a censura, quanto o martírio da mídia – isso foi mais longe em suas mãos.

“Aqueles que procuraram censurar minha capa, provaram com sucesso [o] ponto [da imagem],” ele disse à Rolling Stone.

E talvez esse seja o motivo pelo qual o Holy Wood tenha alcançado seu enorme sucesso. Em deflacionar a atenção que foi colocada nele na mídia, eles reagiram exatamente como ele imaginava: vociferantes e expondo suas próprias falhas.

Uma década depois, ainda não foi visto um ataque musical tão eloqüente e selvagem à mídia e ao mainstream quanto o Manson alcançou com o Holy Wood. A vergonha disso tudo, no entanto, é que muito pouco mudou. Que o álbum ainda ser relevante hoje em dia, sugere que a tarefa de mudança de atitudes não funcionou. Mas embora isso exista, é crédito de um cara que se recusou a sentar e ficar parado, mas ao invés disso, apareceu estremecendo.


O desbocado ataca novamente

Marilyn Manson: Ele raramente é atacado pelas palavras...

“Nem um consolo, por maior que seja, poderia facilitar o ânus gigante da Courtney Love.”

Novembro de 2000

 

“Eu tento evitar [atos sexuais] com o resto da minha banda, porque quando você acorda no dia seguinte, não gostaria de ter que abraçá-los.”

Novembro de 2000

 

“Eu gostaria de ser cremado quando eu morrer, porque a banda gostaria de me cheirar.”

Novembro de 2000

 

“Nosso último show foi em LA. Meus pais estavam sentados próximos ao Gene Simmons [do Kiss]. Eles se deram muito bem com o Gene. Não acho que ele tenha tentado foder a minha mãe. Embora ele seja muito bem vindo.”

Fevereiro de 2001

 

“O [protesto religioso] mais divertido aconteceu em Santa Barbara, onde os protestantes Cristãos estavam jogando pizza nos fãs. Achei bem estranho eles estarem tentado espalhar a palavra de Cristo através de uma crosta recheada do Domino’s.”

Fevereiro de 2001

Manson estará na edição dessa semana da revista Inglesa Kerrang! que traz uma matéria sobre o Holy Wood. A edição sai nesta Quarta-Feira, 10 de Novembro. Assim que o scan for disponibilizado, colocaremos aqui.

Fonte: Kerrang.com

Colocamos no nosso canal do Youtube o episódio do programa Celebrity Ghost Stories que o Manson participou. Ele foi ao ar dia 30 de Outubro. Assista abaixo o vídeo completo:

 

A gravadora já vendeu mais de 50 milhões de discos pelo mundo e venceu a concorrência nos EUA e Reino Unido para lançar o oitavo álbum de estúdio do Manson.

A parceria vai lançar o álbum emitido pelo selo próprio do Manson - Hell, etc. - e está previsto para ser lançado em 2011.

Após a saída da Interscope Records, a nova parceria com Cooking Vinyl dá total controle criativo ao Manson. A nova configuração de contrato espera que o artista se encarregue de entregar o material gravado e masterizado, sendo de responsabilidade da Cooking Vinyl o manuseio e distribuição mundial, marketing e promoção.

Famoso por sua originialidade e estilo não só em palco, mas também em clipes e filmes, o próximo álbum contará de novo com a dupla Marilyn Manson e Twiggy Ramirez.

Manson disse "Nós sempre seremos nosso pior público, até que paremos de ser um público e comecemos a ser um artista. Qualquer arte é carne e sangue, não importa como você performe, decore ou a exiba. Mas todos nós queremos o horror apaixonado desse sangue. E sangue é o que eu vou trazer."

O acordo é um marco para Cooking Vinyl, e segue o enorme sucesso comercial da empresa com The Prodigy, cujo álbum Invaders Must Die foi o lançamento independente mais vendido na Europa em 2009.

O fundador da empresa, Martin Goldschmidt, acrescentou: "Estamos encantatos em receber Marilyn Manson na CV. Muitas vezes nossa aproximação 'relaxada' traz performances e álbuns avassaladores. Mal posso esperar para ouvir o que Manson vai trazer. É um marco para nós. Nós sacudimos a música folk nos anos 80/90 com Michelle Shocked, Cowboy Junkies e Billy Bragg, temos sacudido também o dance nos últimos anos com The Prodigy, Groove Armada e Underworld, e estamos prontos para uma nova aventura com o Mr. Manson."

Em uma entrevista no dia 29 de Outubro "The Blairing Out With Eric Blair Show", Twiggy Ramirez falou sobre o próximo CD: "Está quase pronto. Será lançado provavalmente no próximo ano. É fantástico, nosso melhor álbum até agora, eu acho. Quero dizer, todo mundo sempre diz isso, mas eu acho que é o nosso melhor álbum. É como se fosse um Mechanical Animals mais punk rock, sem soar muito pretensioso."

Manson ano passado saiu de um contrato de longa data com a Interscope por conta do desempenho decepcionante das vendas do último álbum do shock-rocker, The High End of Low.

Trent Reznor, do Nine Inch Nails, fez contrato com Marilyn Manson em sua gravadora Nothing Records, um selo da Interscope, em 1993. Nothing Records acabou em 2004 e Manson permaneceu apenas com a Interscope.

The High End of Low vendeu 49 mil cópias nos Estados Unidos na primeira semana de lançamento, ocupando a 4ª posição na parada da Billboard.

O álbum anterior, Eat Me, Drink Me, abriu com 88 mil cópias. Isto marcou uma queda significativa na contagem da primeira semana, com 118 mil cópias do antecessor, The Golden Age of Grotesque.

The High End of Low foi o primeiro álbum com seu parceiro de longa data, Twiggy Ramirez, desde Holy Wood, de 2000.

Produzido por Manson, Vrenna e Twiggy, foi gravado no estúdio do Manson, em Hollywood.

Fonte: Blabbermouth

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14.11 @ Annexet
15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
18.11 @ Zenith
19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
25.11 @ Velodrom - UFO
29.11 @ Mitsubishi Electric Halle
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