Colocamos hoje no nosso canal do Youtube o curta-metragem Doppelherz que foi lançado em 2003, juntamente com o "The Golden Age of Grotesque". Confira abaixo as três partes:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

E lembre-se de que isso é material oficial, portanto compre o álbum; apoie seu artista favorito!

Acabamos de adicionar mais uma entrevista traduzida do baterista Ginger Fish. Ela foi feita por Greg, logo após o término da turnê Guns, God and Government. Greg também entrevistou John 5, postaremos em breve a tradução dessa entrevista.

Veja fotos de um dos encontros de Ginger com Greg, quando lhe deu a jaqueta que usou em Coma White e sua roupa de oncinha que usou nas fotos promocionais da Premier: 

 

 

Greg: O que você tem feito desde que a turnê terminou?

Ginger: Pessoalmente, tenho tentado me recuperar das lesões na clavícula e pés. O trabalho nunca parou, começar o novo álbum e trabalhar a "Tainted Love" são prioridades.

Greg: Como está sua clavícula e pés agora?

Ginger: Minha clavícula não está tão mal, só precisa de alguém para vê-la com mais frequência. Meu pé também só precisa de descanso e TLC.

Greg: Nessa turnê você foi à países que nunca esteve antes?

Ginger: Rússia. E foi mais Las Vegas do que eu imaginava.

Greg: Vocês trabalharão em um álbum logo?

Ginger: Sim, enquanto isso é lido, metade do novo álbum estará completo.

Greg: O novo álbum irá pelo mesmo caminho dos outros ou será diferente?

Ginger: O novo álbum será diferente e num estilo completamente novo.

Greg: Você tem algum animal de estimação? Se sim, o que são e quais seus nomes?

Ginger: Sim e não. Eu adotei uma cocker para minha mãe. Seu nome é Scarlet e ela tem um belo pêlo vermelho. Ela ainda tem o primeiro brinquedo que trouxe junto com ela para casa, é muito dócil. Também divido com a minha ex-namorada um lindo Chihuahua chamado Rocket.

Greg: Você está namorando alguém?

Ginger: Não.

Greg: Você tem algum hobbie? O que faz para se divertir?

Ginger: Ultimamente tenho ido correr de kart, mas amo motos, roller e programas de computador para música.

Greg: Qual tipo de carro você tem?

Ginger: Um Ford Probe 1997.

Greg: Nos apresente sua casa/apartamento. O que tem nas suas paredes?

Ginger: Eu não chamo nenhum lugar de casa. Já estive sem casa antes, vivendo com meu carro por uns dois anos na Flórida. Durante a turnê, armazeno tudo que tenho, que não é muito. A casa onde estou pertence a um produtor amigo meu, e nas paredes tem fotos de bandas (Stones, INXS, Black Grape).

Greg: O que tem na sua geladeira agora?

Ginger: Leftovers, do Chan Dara (comida Tailandesa).

Greg: Você quer comprar uma casa, tem um estilo e lugar específicos em mente?

Ginger: Preciso comprar uma casa pequena em Las Vegas, assim meus pais podem ficar perto dos meus irmãos e de seus netos. Meu irmão mais velho tem 3 meninos.

Greg: Qual sua comida favorita?

Ginger: No momento, Tailandesa.

Greg: Qual seu filme, música e livro preferidos?

Ginger: Eu não tenho preferidos, mas amo o filme "Hair" e me interesso por música acústica.

Greg: O que tem no seu CD player agora?

Ginger:
Aphex Twins.

Greg: Quandos irmãos e irmãs você tem?

Ginger: Dois irmãos. Um mais velho, um mais novo. Ambos casados e morando em Las Vegas.

Greg: Todos da sua família são artistas?

Ginger: Não mais, mas houve um tempo em que meu irmão mais novo estava atuando, meu irmão mais velho tocando sax e cantando, minha mãe dançando e atuando, meu pai cantando e atuando e eu tinha participações random em peças, como no Mágico de Oz.

Greg: Na Broadway?

Ginger: Não, na maioria no teatro da Flórida.

Greg: Quais são seus planos para o Dia de Ação de Graças?

Ginger: Ir até Las Vegas ver meus pais, que se mudaram esse mês.

Greg: O que você espera que esse dia traga para você nesse ano?

Ginger: Desejo saúde e acordar e me sentir bem, mas isso seria um milagre, então desejo pelo menos dinheiro para pagar médicos que façam eu me sentir melhor.

Greg: Tem algo que gostaria de dizer aos seus fãs?

Ginger: Claro. Recentemente, decidi que era a hora de sentar e agradecer individualmente aos e-mails que me mandavam. Recebi respostas do tipo "Você é fake. Eu já conheço o Ginger e você não é ele". Eu até respondi com fotos minhas personalizadas segurando um autógrafo à eles. Recebi "Belo trabalho, idiota". Acho que estava errado em tentar agradecer individualmente, então o que eu realmente gostaria de dizer é que sem vocês eu não sou nada. Quando eu me questiono porque estou vivo e porque continuo vivendo do jeito que vivo, percebo que o que eu faço faz diferença para algumas pessoas, então minha luta não é em vão. Eu amo todos e cada fã e prometo continuar estendendo a mão para ajudar os outros porque sem vocês eu fico incompleto, sem sentido. Agradeço a vocês pelo apoio. Amo vocês, Ginger.

A revista Sueca Sweden Rock contém na edição #73 uma entrevista com o guitarrista da banda Slayer, Kerry King. Ele diz que gostaria de participar do novo álbum da banda e que também já escutou alguma coisa do material que está por vir. Confira abaixo a resposta na íntegra:

Há alguma outra banda que você gostaria de fazer algo?

Gostaria de estar no próximo álbum do Marilyn Manson. Acho que vai ser bem pesado. Eu o escutei após o Golden Gods Awards. Mais tarde fomos até casa dele e eu fiquei totalmente devastado. Ele tocou todas as demos. Eu tentei durante muito tempo fazer ele perceber que o vigoroso Marilyn Manson é o melhor Marilyn Manson. "Você lembra daquela personagem horripilante? Seja aquela personagem!" Parece que finalmente ele começou a me ouvir, mas vamos ver como as coisas vão se sair."

Créditos ao usuário Galenskaparen do Babalon pela tradução do Sueco para o Inglês.

Como prometido no dia do up massivo de fotos do baterista Ginger Fish, traduzimos uma das poucas entrevistas que ele deu ao longo da carreira. A entrevista aconteceu em 2000, feita para o Guitar Center. Ele fala sobre seus equipamentos pessoais, da convivência com Manson, composições e como a banda se comporta em estúdio.

Confira trechos da entrevista:

GC: Você fica ocupado o show inteiro.

Fish: Sim, eu faço o show ao vivo. Praticamente de música à música. Fico tentando ler a mente do Manson e tentando descobrir o que ele vai falar e quando ele quer que a música comece! Eu começo e paro a cada música. Tenho que escutar a tonalidade de sua voz. Quando ele pronuncia com certo timbre ou grito, eu sei que é pra música começar. Às vezes não consigo captar isso e começo quando ele não quer que comece. Se ele ainda queria falar alguma coisa, se vira, joga água em mim ou coisas do tipo. É um trabalho de ler e adivinhar sua mente.

GC: Parece difícil! Mas ele não muda a ordem das músicas, muda?

Fish: Sim! Conheço muitas pessoas que começam e terminam da mesma maneira. Eles geralmente apertam o play do aparelho, ou coisa do tipo, e o show acontecerá dessa maneira do início ao fim. Manson não é assim. Ele, no meio da noite, pula uma música ou quer ir para outra diferente. Ou então irá até o baixista e dirá em seu ouvido qual música é para ser tocada e eu fico sem saber o que tocar até ouví-lo tocar! Então é intuitivo estar no palco com o Manson. Não há muita organização. Ou melhor, é muito organizado, mas de uma forma caótica. Quer dizer, você só tem que saber o que vai acontecer. Como eu disse, já fui atingido na cabeça, minha bateria já foi destruída. Eles acabam o show antes e você simplesmente não sabe o que vai acontecer. Toda vez que subo no palco, repito na minha mente "este é o último show que faço com esses caras!"

GC: Você leva para o estúdio muitas partes da bateria a fim de ter opções e variedade?

Fish: Tento levar tudo que posso. Mas o último produtor que trabalhou conosco alugou todos os sets de bateria da cidade. Ele foi a mais ou menos 3 empresas! Ele foi na Drum Paradise, Drum Doctors, todas as lojas! Primeiro, alugou todos os sets que você pode imaginar. Depois, montou cada bateria em uma sala e ouviu uma por uma, com um microfone em cada canto, para só aí decidir qual seria usada.

 

Para ler a entrevista traduzida na íntegra, clique aqui.

O site MansonWiki entrevistou o dono do Nachtkabarett, Nick Kushner. Abaixo colocamos os trechos em que ele fala sobre o Manson e também sobre o lançamento do Nacht em forma de livro - o que é interessante, já que temos todos os artigos traduzidos em Português e várias pessoas gostam e acompanham o site.

A entrevista completa (em Inglês) pode ser lida aqui.

 


Como muitos dos fãs sabem, o Babalon é o primeiro fórum oficial da banda desde o BBS da era Mercury. Você pode nos falar sobre esse processo? Você foi contatado pessoalmente pelo Manson?

*Nota: GAOG – o antigo fórum oficial acabou em 2003 e foi substituído pelo Oráculo logo depois*


Essencialmente, estávamos (eu e o Antickon/Alex Deleyn) no processo de fazer o design e recriar o fórum do Nachtkabarett pelo nosso próprio interesse de fazer algo que nós e os membros do fórum pudessem se sentir orgulhosos.
Houve um tipo de necessidade de ter um Fórum Oficial após um tempo – de ter um lugar onde os fãs pudessem se congregar em um fórum unificado. Foi na época onde eu recebi, diretamente, um contato do Manson, como oposto a um “olá” e uma breve conversa no backstage depois de um show, e depois de dizer que o fórum do Nachtkabarett estava sendo remontado, o Manson gostou do design e do layout e a sanção oficial veio logo depois. Foi uma daquelas coisas onde, simplesmente, quando você faz algo com uma certa dificuldade, sem ter um objetivo material além da motivação, você não acaba limitando você e o resultado final.

Você sabe se o Manson acompanha o fórum? Há algum plano para que ele use o fórum como uma forma de comunicação entre ele e os fãs?

Isso é algo que eu realmente não pergunto, simplesmente pela privacidade e respeito ao artista e também para não atrapalhá-lo. Mas, idealmente, seria ótimo, e isso simplesmente vem de mim, de uma perspectiva de fã; de amar as mensagens que o Manson costumava postar nos antigos fóruns Oficiais, com as dicas e pistas ocasionais às novas eras e a direção que ele estava tomando. As redes sociais como MySpace e Facebook, e a facilidade que eles proporcionam é muito boa, mas o endereço direto aos fãs é algo que sempre foi bem legal.

Acho, embora, que alguns (a grande minoria) deveriam pensar sobre o que eles falam antes de postar, ao invés de serem tão negativos e insensíveis de forma desnecessária ao artista cujo fórum é dedicado. Isso NÃO É uma dica de que “o Manson realmente visita o fórum”, mas ao invés disso, ter respeito pela comunidade e, particularmente, caso o Manson veja. Tenho certeza que aqueles que são criativos preferiam não ter um bando de pessoas jogando pedras e, prematuramente, falando mal das coisas que você cria e coloca a alma. Acho que o mesmo deveria se aplicar ao artista cujo trabalho eles dizem amar e admirar.

Não é segredo que ao longo do ano passado você e o Manson passaram um tempo juntos, incluindo a gravação do vídeo da “Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon”. Você pode nos contar um pouco sobre o que acontece nos bastidores de uma gravação de videoclipe do Manson?

Foi uma produção de grande custo: O pódium com os banners, carros de polícia com luzes de helicóptero, uma casa em chamas, garotas nuas em caixas de luz e túneis de vento. Várias cenas na versão do diretor, por exemplo, foram filmadas de forma independente na casa do Manson e com tempo e custo que só poderia caber em um vídeo de 3 a 5 minutos, infelizmente. O Manson é, realmente, a pessoa mais criativa que você esperaria conhecer e ele está envolvido em cada passo do processo; de iluminação até câmeras e tratamento, incluindo até custo de distribuição. Tudo o que ele faz é arte, e por isso, eu acredito que a intenção por trás de tudo que ele faz tem uma agenda criativa. Ele poderia ter uma série inteira de TV só com o que ele capturou com o iPhone. Quando você olha para a vida do artista hoje, que está com a estima alta; Andy Warhol, Salvador Dali etc, eles não criaram só arte, eles a viveram minuto a minuto sem a distinção dos outros eventos na vida.

Vimos você atrás das câmeras fazendo gravações da turnê do “The High End of Low”. Você pode compartilhar um dos momentos mais memoráveis da turnê?

Os mais memoráveis são aqueles que (alegadamente) envolvem (alegados) crimes e não podem ser discutidos. É, definitivamente, um estado surreal de incidentes. Quando você está dormindo e acorda com a risada do Manson e ele está cutucando sua testa com um picolé e você percebe que está em um ônibus de turnê perdido em algum lugar da América.

Eu fiquei na turnê por uma semana e meia, indo pra cima e pra baixo na costa leste antes de pegar o voo na Flórida de volta pra casa enquanto a banda saiu para uma viagem de 20 horas. Eu tive um mínimo de 5 câmeras para capturar um caos que pudesse acontecer e à noite eu descarregaria tudo em HDs externos e carregaria todos eles. A banda estava em rara forma e eu pude filmar o Manson andando no palco e fora dele. Definitivamente tiveram alguns momentos memoráveis, como ter assistido o filme “Se7en” no ônibus com os comentários do Manson. Ficar sentado ao lado dele enquanto ele era entrevistado pela MTV Latin America foi bem memorável para dizer ao menos. Antes de cada show quando você está no backstage e você vê toda a banda junta, cheia de maquiagem e vestida de preto; você parece estar dentro de uma foto promocional da banda. Eu estava lá para fazer um trabalho, mas estaria mentindo se dissesse que não estava vivendo um sonho naquela semana.

Todos nós vimos fotos das paredes do quarto do Manson durante a criação do “The High End of Low”. Você pode descrever a atmosfera do quarto?

Isso é algo difícil de comprar ou descrever. É a mesma coisa que dizer a uma virgem como é o sexo, ou dizer como é a sensação da droga pra alguém que nunca usou, ou dizer como é a atmosfera dentro da Capela de Ossos; é difícil fazer isso de forma justa. Foi absolutamente uma honra, era muito frio, e quando você vê aquelas fotos de como eram os estúdios do Dali ou Francis Bacon, é a mesma coisa, exceto a extremidade do Manson ali. Com a escrita e imagem nas paredes, o caos e a confusão que ela tem e você estando no quarto do artista que ele trabalha, foi o que eu imaginei como seria o Mosteiro de Thelema antes do Aleister Crowley ter sido banido da Itália.

Muitos comentários tem sido feitos sobre o Manson e como é conhecê-lo, mas quanto mais fundo você acha que as coisas vão, isso é só uma amostra.

Falando do Rudy Coby, recentemente ele revelou no Twitter que você e ele compartilharam uma ouvida exclusiva de algumas das músicas novas do Manson. Sem ir muito além, você poderia descrever a atmosfera das músicas e o como você acha que será a reação dos fãs?

Não é algo que eu possa/deveria ir muito além, mas será o álbum que os fãs têm esperado por anos. Bem “hardcore” mas igualmente dinâmico, complexo e versátil. E mais importante: Sem limitações pela gravadora.

Recentemente você deu o título e ganhou o quadro “Wraith”, que esteve presente na exposição “Hell ETC”. Quais são seus planos para ele e o que fez você escolher esse título?

Só pra deixar claro, o Manson não me deu o quadro, mas ele foi gentil o suficiente para personalizar uma cópia em tamanho real para mim. A foto que está circulando foi tirada do iPhone do Rudy na frente do Pack n Mail em “Holy Wood” Blv, onde estava sendo colocado em uma caixa personalizada para ser mandado com segurança para Nova York.

No inverno passado o Manson me mandou um e-mail com previews dos quadros em progresso que tiveram sua estreia na exposição na Grécia. “Wraith” foi minha resposta sobre a reação gozante que tive. Foi algo como “É lindo. É completamente fantasmagórico e parece com uma aparição.”

Está muito bem colocado na minha parede.

Recentemente ouvimos rumores de ter uma versão física do Nachtkabarett. Você poderia confirmar isso?

Absolutamente. De fato o conceito original e ideia foi de ter o material em formato de livro. Um site foi a forma mais lógica e acessível para disseminar os materiais que vinha juntando por anos e, se você acredita ou não que tudo acontece por uma razão, funcionou em sua maior vantagem, já que ao longo do processo foi o que me introduziu a todos os meus melhores amigos que tenho hoje no mundo, que são o Rudy Coby, Anthony Silva, Manzin, meus parceiros Alex Deleyn, Brad Jaeger e Gilles Maurice, bem como meu único herói vivo, Marilyn Manson.

O livro é algo que você tem planejado desde a criação do Nachtkabarett ou é uma ideia recente?

Um site foi um método de ganhar uma audiência e interesse mais imediato, ao invés de um livro ser publicado do nada. Uma vez que o volume de materiais se multiplicaram exponencialmente ao longo de uma jornada de mais de 6 anos desde que comecei o Nachtkabarett. Qualquer um que já duvidou do poder da arte e determinação é livre pra pensar isso mas, de um ponto de vista pessoal, tanto os materiais e estudos que são dedicados ao Nachtkabarett, bem como meus quadros, é algo que eu vim culminando minha vida inteira. Com o site, eu sentei no chão com um modem de 56k e um computador obsoleto na época e isso evoluiu para algo além de qualquer expectativa que você poderia esperar. Mas é também um trabalho em tempo integral, literalmente. Não é um hobby.

Você poderia nos dar detalhes do conteúdo do livro? Ele será meramente uma cópia física do site ou terá material não-lançado?

Como dito, o livro é algo que sempre foi o objetivo definitivo e eu tive (um ótimo) publicador internacional que se especializa em materiais relacionados para o livro do Nachtkabarett faz anos. Ao longo do trabalho no site, bem como os talentos e conhecimentos dos meus amigos, o material é bem melhor do que se eu tivesse tentado publicá-lo, ao invés de comprar um domínio. Os dois vão se misturar, claro, mas como o site tem um certo conteúdo multimídia que não é possível passar para o papel, eles também estarão aptos a ficar como duas entidades diferentes. Tanto em conteúdo, exclusividade e apresentação. Adições que encontrarão seu caminho no livro não é algo que eu vou falar, mas a resposta curta é que há muito material que eu tenho salvado ao longo dos anos para revelar na publicação do livro.

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