Na Quinta-Feira (26) a banda tocou em Seattle. O setlist não teve The Mephistopheles of Los Angeles.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
5. No Reflection
6. Killing Strangers
7. Sweet Dreams (Are Made of This)
8. Cupid Carries a Gun
9. Rock is Dead
10. The Dope Show
11. Third Day of a Seven Day Binge
12. Personal Jesus
13. This is the New Shit
14. The Beautiful People
15. Irresponsible Hate Anthem
16. Coma White

Intro/Deep Six

Disposable Teens

mOBSCENE

No Reflection/Killing Strangers

Sweet Dreams (Are Made of This)

Cupid Carries a Gun

Rock is Dead

The Dope Show

Third Day of a Seven Day Binge

Personal Jesus

This is the New Shit

The Beautiful People

Irresponsible Hate Anthem

Coma White

Na Quarta-Feira (25), a banda tocou em Portland após uma pausa de 24 dias. O último show havia sido no festival Soundwave, na Austrália.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
5. No Reflection
6. Killing Strangers
7. Sweet Dreams (Are Made of This)
8. Cupid Carries a Gun
9. Rock is Dead
10. The Dope Show
11. Third Day of a Seven Day Binge
12. Personal Jesus
13. This is the New Shit
14. The Mephistopheles of Los Angeles
15. The Beautiful People
16. Irresponsible Hate Anthem
17. Coma White

Intro/Deep Six

The Beautiful People

Marilyn Manson pode ter perdido seu posto de inimigo público número um na mente de pais e políticos, mas ele ainda está com a intenção de desafiar o olhar das pessoas, mesmo que com menor “shock” da década de 1990. Anos depois dos dias de glória do Antichrist Svperstar e Mechanical Animals ele está de volta com o The Pale Emperor, um novo álbum que apaga qualquer memória de lançamentos medíocres, um novo estilo que ultrapassa seus excessos no industrial e no eletrônico no passado. Enquanto lançamentos antigos foram escritos em grande parte pelo colaborador de longa data Twiggy Ramirez, Mansou alistou o compositor Tayler Bates, a quem conheceu no set de Californication, para ajudar a orientar seu “renascimento”. Se Matthew McConaughey pode fazer a improvável transformação de um garoto propaganda à um candidato ao Oscar com seu posto de “McConaissance”, poderia também haver um “Mansonance”?

Por que a mudança para um blues hard rock?

Tyler só plugou a guitarra e pôs o microfone na minha frente, então eu comecei e foi isso que saiu. Nós gravamos muito rapidamente. Mas a coisa que eu mais aprendi sobre o blues foi que ele não é só o slide da guitarra, ou alguma coisa dessa natureza sonora, ou a natureza de uma progressão de acordes ou uma frase que seja muito hipnótica, eu aprendi que ele é mais sobre o que a pessoa canta e o que a pessoa escuta. Você cria um personagem e uma história juntos de uma forma que será diferente para todos. Então, quando eu estava em turnê com meu pai, era sobre se divertir, quando eu estou em turnê com uma garota, é sobre ela, quando eu estou em turnê comigo mesmo, eu fico totalmente confuso ás vezes [risadas]. É pra isso que eles inventaram a maconha, eu acho. Eu acho que eu diria que minha inspiração no Jim Morrison realmente brilha, ou se mostra através, do jeito que você quiser vê-lo, que é como eu cresci tentando cantar as músicas do The Doors. Eu não sei se muita gente sabe disso. Foi estranho, eu estava me mudando para uma nova casa, depois de passar um tempo sem nem ter casa. Eu repudiei toda a ideia de morar em quartos de hotel, apartamentos ou coisas desse tipo. Eu estava abrindo umas caixas e em uma delas havia um livro que Johnny Depp me deu em 2000, sobre um imperador romano [Constântino], a quem eles se referem como o imperador pálido pois ele foi contra tudo em todos os sentidos. Ele votaria em desordem. Ele foi o primeiro a negar a existência de Deus no império romano, o que foi um grande negócio. É um livro surreal. Mas então eu encontrei um caderno meu do ensino médio com um desenho á lápis do Jim Morrison que eu tinha feito. Foi estranho porque estava até bom, e eu não sou tão bom desenhista como sou como pintor, e uma semana depois eu estava escrevendo a faixa título do album em Los Angeles. Eu estava imaginando as varias interpretações do The Pale Emperor – aparência de música gótica ou além do pálido ou isso quer dizer que tudo empalidece em comparação com ele. Há muitas dimensões para ele. O que você perguntou no início, eu gostei da presunção. Eu tinha que ser parte serpente, parte encantador de serpentes e parte vendedor de óleo de serpentes. E é tudo minha educação, tudo embrulhado em um só.

E porque a mudança para Tyler Bates escrever todas as músicas ao invés de Twiggy? Por que não o Twiggy?

Não foi muito uma escolha tanto quanto o jeito que as coisas aconteceram. Ele estava fazendo o próprio album na época e tudo aconteceu tão rápido. Tyler e eu ficamos juntos, no primeiro dia sentamos e começamos a escrever, e a conversa se transformou num parágrafo e depois em um livro, em um album, não importa. Simplesmente aconteceu muito rapidamente. Mas ainda se sente como se tivesse o Twiggy nisso e o Twiggy tocando ao vivo, ele encaixa perfeitamente nisso. Mas para mim as músicas se encaixam musicalmente como uma luva que eu nunca usei antes, mas eu sempre deveria ter usado. Tyler, eu acho que ele é muito bom no que ele faz, como compositor ou como estrela, e alguém que é uma estrela de filmes, e sendo teatral como sou [risos], sempre estive me afirmando como cantor em determinados intervalos. Essas são as chaves de músicas que eu geralmente não estou cantando, e ele disse que a música foi trabalhada em volta da minha voz, porque ele faz isso em um diálogo quando ele está gravando um filme. E descobrimos com um engenheiro de mixagem que eu tenho cinco notas saindo da minha garganta, e aparentemente você pode procurar por ele pois eu não sei todos os detalhes, mas pelo que eu entendi, você não pode “ajustar” minha voz. Ele me mostrou um analisador frasal e eu filmei em câmera lenta no meu celular, porque ele formou um pentagrama. Não foi como ver uma imagem da Virgem Maria na parede. Ele formou uma estrela e depois um pentagrama. Esse cara costumava a ser um astrofísico, seu nome é Robert, e ele ganhou quatro ou cinco Grammys latinos. E isso não é normal, ele disse que já viu três notas saírem da boca de alguém, mas não cinco. Ele disse que essa é a prova empírica que eu posso ser o diabo.

Falando sobre os Grammys, o que você acha que aconteceu com o Kanye?

Eu não vi, ouvi falar sobre essa coisa do Kanye. É tão embaraçoso. A menos que eu receba um Grammy eu tenho tendência a não me importar com ele. The Pale Emperor não foi elegível, é elegível para o do próximo ano. Eu não ficaria surpreso, eles tem me pedido para eu me envolver com alguma coisa a ver com o Museu do Grammy, então eu não ficaria surpreso se eu fosse nomeado. Isso não vai mudar a maneira como me sinto em relação a isso. Não vai mudar o jeito que as pessoas que eu conheço e as pessoas que querem me ver tocar novas músicas ao vivo se sentem sobre isso. Eu estive fazendo os melhores shows da minha carreira essa semana e estou pronto para ir para a Austrália, porque eu gosto de tocar lá e ainda estou pagando minha dívida com o diabo. Eu vendi minha alma pra ser um astro do rock e eu ganhei alguns juros, então tenho que pagá-los. Então isso vale para ser um astro do rock, cantor, “performer”. Eu sou uma força a ser conhecida nos dias de hoje.

Quais são suas responsabilidades como astro do rock?

Minha responsabilidade é cantar com o melhor que a minha voz consegue ser e estar confiante e certo sobre mim mesmo. Qualquer coisa que você quiser ser você deve estar certo disso e deve fazer isso direito e melhor que qualquer outra pessoa, ou pelo menos tentar. Essa é a responsabilidade que eu acho que eu tenho, não é só ser famoso e ganhar drogas de graça e ter belas mulheres que se atiram em você e hotéis luxuosos – esses, ditos de forma sarcástica, no entanto. Eu acho que estou muito feliz por este renascimento por assim dizer, você sabe. Alguns de meus artistas favoritos fizeram nessa reinvenção própria alguns de meus álbuns favoritos. E um monte de artistas fizeram, nesse momento, os piores álbuns de toda a sua carreira. Então é um ponto muito perigoso. é uma questão de equilíbrio e eu tive que mudar o meu ambiente e mudar o meu estilo de vida. Eu certamente não ia me tornar um sóbrio, mas ia me tornar um bêbado melhor. E eu comecei o treinamento de voo, que realmente faz a diferença no seu cérebro. E usar maconha para me acalmar. Eu faço meu trabalho e então eu posso me divertir. E é a ssim que você pode diferenciar uma festa de um problema.

Existe uma dominância das atrações da década de 1990 no Soundwave esse ano, você tem alguns velhos amigos que você está procurando passar um tempo junto?

Yeah, eu e Billy Corgan temos passado muito tempo juntos. Nós não nos víamos há quinze anos então estamos passando muito tempo juntos. E tem uma possibilidade de passarmos mais tempo no palco juntos, possivelmente, eu espero. E eu conheço os caras do Slipknot, não tenho visto eles já faz um tempo. Quinze anos de não ver o Billy seria um eufemismo para “crescemos separados”. Mas sincronizados de volta aos velhos tempos, a 1997, quando ele estava por perto enquanto eu fazia o Mechanical Animals, e ele me ensinou como tocar guitarra. Ele me deu a primeira guitarra que alguém já me deu. Tudo aquilo voltou, Nossos cérebros, acho que ambos com seu espírito infantil de estar sempre a frente de nós mesmos e ambos sendo fãs de Phillip K Dick e questionando a relatividade e toda a existência do que o tempo significa em si e por si. Eu me sinto preso naquela mesma era mentalmente, por isso os últimos 15 anos tem sido um blip para mim. Por mais que eu sabia que quando eu fiz o Antichrist, que foi uma janela que eu quebrei com uma pedra, vamos colocar dessa maneira. E essa foi uma janela que eu abri e que eu entrei e estou explorando o mundo.


Você mencionou como você se sente em relação ao renascimento de Marilyn Manson, você sente que isso está coincidindo com o mundo estar mais ferrado do que jamais esteve?

É difícil dizer, acho que é mais iludido. Não delirante, mas diluído. É uma saturação de tudo. Então, todo mundo é mais cínico do que jamais foi e isso porque, assim como no início, o que torna difícil dizer se está mais fodido do que quando eu comecei, quando eu comecei uma banda chamada Marilyn Manson que ficava apontando o quão fodido era o mundo, e as pessoas pensavam que eu estava tentando ser chocante. Agora eu acho que é um momento estranho e interessante para se estar vivo e ser um “badass” e não um budista. E para se destacar na multidão. Destacando-se na multidão, agora, que a multidão ficou muito maior, é muito mais que uma realização. Muito darwiniana. Eu sou alguma coisa entre um pavão e uma pantera... não sei exatamente qual. Esse seria o seu trabalho, descobrir. Não, eu sou uma cobra. Vamos chama-lo pelo que é. Eu sou uma cobra.

Você se vê tornando um estadista idoso do “horror” rock como Alice Cooper?

Nãooo... acho que não estou pronto pra essa categoria ainda. Isos é mais do colegiado. Eu sou como um garoto do segundo grau que as meninas da nona série querem transar. Porque ele tem experiência e ele pode comprar cerveja. Metaforicamente. Eu sou de usar mais essa metáfora do que tentar me fazer algum professor de algum jornal. Sou um estudante de segundo grau.

 

Fonte: Faster Louder

O The Pale Emperor finalmente poderá ser adquirido nacionalmente! O site da Saraiva já está fazendo a pré-venda do disco, que tem lançamento previsto para a próxima Sexta-Feira, 20 de Março. O valor é de 30,31 reais + frete.

Clique aqui para acessar o site e realizar a pré-venda! A distribuição do disco no país fica responsável pela LAB 344.

Manson conversou com o site The Fader e falou sobre seu relacionamento de longa data com a maquiagem, um dos itens principais que compõem seu visual. Leia!

Base branca como a neve, e borrões de lápis de olho roubado foram os primeiros instrumentos de metamorfose de Brian Warner para Marilyn Manson. Um homem de batom não choca mais como nos anos 1990, quando ele horrorizava as mães da América com seus visuais andróginos e ocultos. Mas, aos 46 anos, ele ainda usa maquiagem todos os dias. Aqui, Manson explora sua fascinação persistente com suas mudanças de visual.

MM: Minha mãe costumava colocar suas perucas e batons em mim quando eu era pequeno. Eu tenho uma foto esquisita de mim quando pequeno com um cigarro apagado na minha boca, usando a peruca loira dela e uma fralda, sentado no sofá. Me pergunto como vim parar aqui.

Acho que minha fascinação com maquiagem vem da grande imaginação que tenho, e de não poder contê-la em um pedaço de papel ou em músicas. Quando eu era uma criança, eu costumava fazer as maquiagens do KISS com tintas aquarela. Eu gostava de KISS por que me diziam que eu não podia ouvi-los, nas escolas cristãs. Mas Alice Cooper e [David] Bowie foram mais importantes para mim. KISS usava muito uma máscara; era muito kabuki. Eu queria ser visto, só não queria ser visto do mesmo jeito que eu era. Ziggy Stardust primeiramente foi o que me levou a raspar minhas sobrancelhas. As pessoas olham pra você tentando descobrir o que está faltando ou o que tem de errado, e você pode fazer muito mais com a maquiagem quando não tem sobrancelhas. No começo, eu não estava tentando ser andrógino no sentido que as pessoas pensaram. Eu não estava tentando parecer uma menina; eu estava escondendo algo. Eu tinha um complexo terrível quando adolescente, mas eu não era inseguro: eu tentei parecer ainda pior. Eu gostava de botar a maquiagem nos meus dentes por que as pessoas nunca gostavam de maquiagem em seus dentes.

Nos primeiros shows, eu usei um lápis de olho Maybelline que eu roubava de uma loja de doces bem tarde da noite. Eu tinha um leve tom de cleptomania quando morava na Flórida. Eu roubei uma base Max Factor Pan-Cake, que era tudo-em-um: você molhava uma esponja, e botava, e estava pronto. Então quando as pessoas dizem, ''Marilyn Manson usa maquiagem branca'', tecnicamente era verdade, mas só naqueles dias. Batom veio um pouco depois. Alguém jogou uma garrafa em mim no palco, uma vez. Eu rasguei meu peito com ela e esfreguei o sangue na minha boca.

Acho que a primeira maquiagem que realmente paguei foi em 1995 ou 1996... antes de gravar o Antichrist Svperstar. Eu estava em Nova Iorque havia sete meses, e eu me lembro de ir em uma loja MAC, todo empolgado. Eu comprei essa base que eles não fazem mais, e lápis de boca e batom. Eu venho usando o batom MAC's Diva desde que eles inventaram a cor. Eu não mudei desde então. Meu kit de maquiagem agora é bem pequeno, cerca de cinco itens. Acho que limitações forçam criatividade.

Sete ou oito anos atrás, eu dei de cara com um kit de maquiagem funerário, que tinha esses moldes de cera pra corrigir os rostos de soldados que estavam deformados. Tinha muitos itens estranhos pra misturar e reconstruir as faces das pessoas depois que eles estavam mortas, e narizes de cera, e metades de rostos de cera. Eu adorava assimetria no início. Cada personagem na história ou cinema ou em estórias que tem esse lado esquerdo meio defeituoso; eu me identifico. Eu também tinha um cachorro com um olho branco que morreu quando eu era criança. Quem sabe onde a sua mente inconsciente te levará pra te transformar em algum tipo de monstro.

Eu me mudei pra uma nova casa ano passado, e eu pintei a sala de estar com um vermelho escuro e azul pálido. Eu dei uma olhada pro passado, e vi que muitas das maquiagens que eu fiz e tinha bastante vermelho escuro e azul claro, as cores do sangue e das veias dentro de sua pele. Tem uma harmonia em cores incongruentes que é a mesma de acordes dissonantes. Certas cores se destacam pra mim, e causam uma reação.

Eu fiz várias sessões de fotos diferentes e vídeos nos últimos meses, e cada um deles era diferente. The Pale Emperor, o título de meu novo disco, era o apelido de um menino que era imperador, Heliogabalus. Ele negou Deus, usou maquiagem e matava os camponeses no meio da rua e fazia suas famílias beber vinho misturado com o sangue das vítimas. Ele era bem decadente e andrógino. Pra algumas das sessões de fotos, eu usei uma tinta Tempera em meu rosto, pra que 'rachasse', ficando como uma pintura antiga. O ator rachado (NT: Referência à música Cracked Actor, do David Bowie): bonito com todas estas rachaduras e defeitos, e talvez por debaixo há outra pintura que já foi sobreposta por outra pintura.

Eu uso maquiagem porque gosto do meu visual assim. Bem como porque uma mulher usa maquiagem: não em termos de parecer feminina, mas pra ter um visual específico. Talvez "atraente" seja a palavra certa; talvez não seja. É diferente todos os dias para mim. Maquiagem me dá a habilidade de me transformar facilmente.

Ao redor da mesa, eu sou, geralmente, a pessoa que diz as coisas mais nada a ver com o assunto, meio que quebrando o gelo. Eu posso dizer coisas que outras pessoas se dariam mal dizendo, por que uso maquiagem. Confunde bastante as pessoas, e eu acho que confuso é um bom jeito de ser. Em Spirits of the Dead, Terence Stamp é bem como um dândi, elegante, com um pedaço do cabelo loiro bem branqueado, e uma maquiagem de panqueca, mas ele ainda tem aquela barbixa de bode, e funciona bem pra ele. Ele fala de uma forma incrível no filme: "Masculino o suficiente para homens, feminino o suficiente para mulheres." Isso realmente define onde estou.

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22.07 @ Junge Garde
24.07 @ Metaldays 2017
25.07 @ Rock in Roma
26.07 @ Villafranca Castle
28.07 @ QStock 2017
31.07 @ Stadium Live
02.08 @ Sport Palace
04.08 @ aken Open Air
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