A banda tocou no Domingo (29) em Vancouver. Não houve alterações no setlist.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
5. No Reflection
6. Killing Strangers
7. Sweet Dreams (Are Made of This)
8. Cupid Carries a Gun
9. Rock is Dead
10. The Dope Show
11. Third Day of a Seven Day Binge
12. Personal Jesus
13. This is the New Shit
14. The Beautiful People
15. Irresponsible Hate Anthem
16. Coma White

Cupid Carries a Gun

Personal Jesus

This is the New Shit

The Beautiful People

Ontem (28) a banda tocou em Penticton, BC, no Canadá.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
5. No Reflection
6. Killing Strangers
7. Sweet Dreams (Are Made of This)
8. Cupid Carries a Gun
9. Rock is Dead
10. The Dope Show
11. Third Day of a Seven Day Binge
12. Personal Jesus
13. This is the New Shit
14. The Mephistopheles of Los Angeles
15. The Beautiful People
16. Irresponsible Hate Anthem
17. Coma White

The Beautiful People

Na Quinta-Feira (26) a banda tocou em Seattle. O setlist não teve The Mephistopheles of Los Angeles.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
5. No Reflection
6. Killing Strangers
7. Sweet Dreams (Are Made of This)
8. Cupid Carries a Gun
9. Rock is Dead
10. The Dope Show
11. Third Day of a Seven Day Binge
12. Personal Jesus
13. This is the New Shit
14. The Beautiful People
15. Irresponsible Hate Anthem
16. Coma White

Intro/Deep Six

Disposable Teens

mOBSCENE

No Reflection/Killing Strangers

Sweet Dreams (Are Made of This)

Cupid Carries a Gun

Rock is Dead

The Dope Show

Third Day of a Seven Day Binge

Personal Jesus

This is the New Shit

The Beautiful People

Irresponsible Hate Anthem

Coma White

Na Quarta-Feira (25), a banda tocou em Portland após uma pausa de 24 dias. O último show havia sido no festival Soundwave, na Austrália.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
5. No Reflection
6. Killing Strangers
7. Sweet Dreams (Are Made of This)
8. Cupid Carries a Gun
9. Rock is Dead
10. The Dope Show
11. Third Day of a Seven Day Binge
12. Personal Jesus
13. This is the New Shit
14. The Mephistopheles of Los Angeles
15. The Beautiful People
16. Irresponsible Hate Anthem
17. Coma White

Intro/Deep Six

The Beautiful People

Marilyn Manson pode ter perdido seu posto de inimigo público número um na mente de pais e políticos, mas ele ainda está com a intenção de desafiar o olhar das pessoas, mesmo que com menor “shock” da década de 1990. Anos depois dos dias de glória do Antichrist Svperstar e Mechanical Animals ele está de volta com o The Pale Emperor, um novo álbum que apaga qualquer memória de lançamentos medíocres, um novo estilo que ultrapassa seus excessos no industrial e no eletrônico no passado. Enquanto lançamentos antigos foram escritos em grande parte pelo colaborador de longa data Twiggy Ramirez, Mansou alistou o compositor Tayler Bates, a quem conheceu no set de Californication, para ajudar a orientar seu “renascimento”. Se Matthew McConaughey pode fazer a improvável transformação de um garoto propaganda à um candidato ao Oscar com seu posto de “McConaissance”, poderia também haver um “Mansonance”?

Por que a mudança para um blues hard rock?

Tyler só plugou a guitarra e pôs o microfone na minha frente, então eu comecei e foi isso que saiu. Nós gravamos muito rapidamente. Mas a coisa que eu mais aprendi sobre o blues foi que ele não é só o slide da guitarra, ou alguma coisa dessa natureza sonora, ou a natureza de uma progressão de acordes ou uma frase que seja muito hipnótica, eu aprendi que ele é mais sobre o que a pessoa canta e o que a pessoa escuta. Você cria um personagem e uma história juntos de uma forma que será diferente para todos. Então, quando eu estava em turnê com meu pai, era sobre se divertir, quando eu estou em turnê com uma garota, é sobre ela, quando eu estou em turnê comigo mesmo, eu fico totalmente confuso ás vezes [risadas]. É pra isso que eles inventaram a maconha, eu acho. Eu acho que eu diria que minha inspiração no Jim Morrison realmente brilha, ou se mostra através, do jeito que você quiser vê-lo, que é como eu cresci tentando cantar as músicas do The Doors. Eu não sei se muita gente sabe disso. Foi estranho, eu estava me mudando para uma nova casa, depois de passar um tempo sem nem ter casa. Eu repudiei toda a ideia de morar em quartos de hotel, apartamentos ou coisas desse tipo. Eu estava abrindo umas caixas e em uma delas havia um livro que Johnny Depp me deu em 2000, sobre um imperador romano [Constântino], a quem eles se referem como o imperador pálido pois ele foi contra tudo em todos os sentidos. Ele votaria em desordem. Ele foi o primeiro a negar a existência de Deus no império romano, o que foi um grande negócio. É um livro surreal. Mas então eu encontrei um caderno meu do ensino médio com um desenho á lápis do Jim Morrison que eu tinha feito. Foi estranho porque estava até bom, e eu não sou tão bom desenhista como sou como pintor, e uma semana depois eu estava escrevendo a faixa título do album em Los Angeles. Eu estava imaginando as varias interpretações do The Pale Emperor – aparência de música gótica ou além do pálido ou isso quer dizer que tudo empalidece em comparação com ele. Há muitas dimensões para ele. O que você perguntou no início, eu gostei da presunção. Eu tinha que ser parte serpente, parte encantador de serpentes e parte vendedor de óleo de serpentes. E é tudo minha educação, tudo embrulhado em um só.

E porque a mudança para Tyler Bates escrever todas as músicas ao invés de Twiggy? Por que não o Twiggy?

Não foi muito uma escolha tanto quanto o jeito que as coisas aconteceram. Ele estava fazendo o próprio album na época e tudo aconteceu tão rápido. Tyler e eu ficamos juntos, no primeiro dia sentamos e começamos a escrever, e a conversa se transformou num parágrafo e depois em um livro, em um album, não importa. Simplesmente aconteceu muito rapidamente. Mas ainda se sente como se tivesse o Twiggy nisso e o Twiggy tocando ao vivo, ele encaixa perfeitamente nisso. Mas para mim as músicas se encaixam musicalmente como uma luva que eu nunca usei antes, mas eu sempre deveria ter usado. Tyler, eu acho que ele é muito bom no que ele faz, como compositor ou como estrela, e alguém que é uma estrela de filmes, e sendo teatral como sou [risos], sempre estive me afirmando como cantor em determinados intervalos. Essas são as chaves de músicas que eu geralmente não estou cantando, e ele disse que a música foi trabalhada em volta da minha voz, porque ele faz isso em um diálogo quando ele está gravando um filme. E descobrimos com um engenheiro de mixagem que eu tenho cinco notas saindo da minha garganta, e aparentemente você pode procurar por ele pois eu não sei todos os detalhes, mas pelo que eu entendi, você não pode “ajustar” minha voz. Ele me mostrou um analisador frasal e eu filmei em câmera lenta no meu celular, porque ele formou um pentagrama. Não foi como ver uma imagem da Virgem Maria na parede. Ele formou uma estrela e depois um pentagrama. Esse cara costumava a ser um astrofísico, seu nome é Robert, e ele ganhou quatro ou cinco Grammys latinos. E isso não é normal, ele disse que já viu três notas saírem da boca de alguém, mas não cinco. Ele disse que essa é a prova empírica que eu posso ser o diabo.

Falando sobre os Grammys, o que você acha que aconteceu com o Kanye?

Eu não vi, ouvi falar sobre essa coisa do Kanye. É tão embaraçoso. A menos que eu receba um Grammy eu tenho tendência a não me importar com ele. The Pale Emperor não foi elegível, é elegível para o do próximo ano. Eu não ficaria surpreso, eles tem me pedido para eu me envolver com alguma coisa a ver com o Museu do Grammy, então eu não ficaria surpreso se eu fosse nomeado. Isso não vai mudar a maneira como me sinto em relação a isso. Não vai mudar o jeito que as pessoas que eu conheço e as pessoas que querem me ver tocar novas músicas ao vivo se sentem sobre isso. Eu estive fazendo os melhores shows da minha carreira essa semana e estou pronto para ir para a Austrália, porque eu gosto de tocar lá e ainda estou pagando minha dívida com o diabo. Eu vendi minha alma pra ser um astro do rock e eu ganhei alguns juros, então tenho que pagá-los. Então isso vale para ser um astro do rock, cantor, “performer”. Eu sou uma força a ser conhecida nos dias de hoje.

Quais são suas responsabilidades como astro do rock?

Minha responsabilidade é cantar com o melhor que a minha voz consegue ser e estar confiante e certo sobre mim mesmo. Qualquer coisa que você quiser ser você deve estar certo disso e deve fazer isso direito e melhor que qualquer outra pessoa, ou pelo menos tentar. Essa é a responsabilidade que eu acho que eu tenho, não é só ser famoso e ganhar drogas de graça e ter belas mulheres que se atiram em você e hotéis luxuosos – esses, ditos de forma sarcástica, no entanto. Eu acho que estou muito feliz por este renascimento por assim dizer, você sabe. Alguns de meus artistas favoritos fizeram nessa reinvenção própria alguns de meus álbuns favoritos. E um monte de artistas fizeram, nesse momento, os piores álbuns de toda a sua carreira. Então é um ponto muito perigoso. é uma questão de equilíbrio e eu tive que mudar o meu ambiente e mudar o meu estilo de vida. Eu certamente não ia me tornar um sóbrio, mas ia me tornar um bêbado melhor. E eu comecei o treinamento de voo, que realmente faz a diferença no seu cérebro. E usar maconha para me acalmar. Eu faço meu trabalho e então eu posso me divertir. E é a ssim que você pode diferenciar uma festa de um problema.

Existe uma dominância das atrações da década de 1990 no Soundwave esse ano, você tem alguns velhos amigos que você está procurando passar um tempo junto?

Yeah, eu e Billy Corgan temos passado muito tempo juntos. Nós não nos víamos há quinze anos então estamos passando muito tempo juntos. E tem uma possibilidade de passarmos mais tempo no palco juntos, possivelmente, eu espero. E eu conheço os caras do Slipknot, não tenho visto eles já faz um tempo. Quinze anos de não ver o Billy seria um eufemismo para “crescemos separados”. Mas sincronizados de volta aos velhos tempos, a 1997, quando ele estava por perto enquanto eu fazia o Mechanical Animals, e ele me ensinou como tocar guitarra. Ele me deu a primeira guitarra que alguém já me deu. Tudo aquilo voltou, Nossos cérebros, acho que ambos com seu espírito infantil de estar sempre a frente de nós mesmos e ambos sendo fãs de Phillip K Dick e questionando a relatividade e toda a existência do que o tempo significa em si e por si. Eu me sinto preso naquela mesma era mentalmente, por isso os últimos 15 anos tem sido um blip para mim. Por mais que eu sabia que quando eu fiz o Antichrist, que foi uma janela que eu quebrei com uma pedra, vamos colocar dessa maneira. E essa foi uma janela que eu abri e que eu entrei e estou explorando o mundo.


Você mencionou como você se sente em relação ao renascimento de Marilyn Manson, você sente que isso está coincidindo com o mundo estar mais ferrado do que jamais esteve?

É difícil dizer, acho que é mais iludido. Não delirante, mas diluído. É uma saturação de tudo. Então, todo mundo é mais cínico do que jamais foi e isso porque, assim como no início, o que torna difícil dizer se está mais fodido do que quando eu comecei, quando eu comecei uma banda chamada Marilyn Manson que ficava apontando o quão fodido era o mundo, e as pessoas pensavam que eu estava tentando ser chocante. Agora eu acho que é um momento estranho e interessante para se estar vivo e ser um “badass” e não um budista. E para se destacar na multidão. Destacando-se na multidão, agora, que a multidão ficou muito maior, é muito mais que uma realização. Muito darwiniana. Eu sou alguma coisa entre um pavão e uma pantera... não sei exatamente qual. Esse seria o seu trabalho, descobrir. Não, eu sou uma cobra. Vamos chama-lo pelo que é. Eu sou uma cobra.

Você se vê tornando um estadista idoso do “horror” rock como Alice Cooper?

Nãooo... acho que não estou pronto pra essa categoria ainda. Isos é mais do colegiado. Eu sou como um garoto do segundo grau que as meninas da nona série querem transar. Porque ele tem experiência e ele pode comprar cerveja. Metaforicamente. Eu sou de usar mais essa metáfora do que tentar me fazer algum professor de algum jornal. Sou um estudante de segundo grau.

 

Fonte: Faster Louder

página: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 | 32 | 33 | 34 | 35 | 36 | 37 | 38 | 39 | 40 | 41 | 42 | 43 | 44 | 45 | 46 | 47 | 48 | 49 | 50 | 51 | 52 | 53 | 54 | 55 | 56 | 57 | 58 | 59 | 60 | 61 | 62 | 63 | 64 | 65 | 66 | 67 | 68 | 69 | 70 | 71 | 72 | 73 | 74 | 75 | 76 | 77 | 78 | 79 | 80 | 81 | 82 | 83 | 84 | 85 | 86 | 87 | 88 | 89 | 90 | 91 | 92 | 93 | 94 | 95 | 96 | 97 | 98 | 99 | 100 | 101 | 102 | 103 | 104 | 105 | 106 | 107 | 108 | 109 | 110 | 111 | 112 | 113 | 114 | 115 | 116 | 117 | 118 | 119 | 120 | 121 | 122 | 123 | 124 | 125 | 126 | 127 | 128 | 129 | 130 | 131 | 132 | 133 | 134 | 135 | 136 | 137 | 138 | 139 | 140 | 141 | 142 | 143 | 144 | 145 | 146 | 147 | 148 | 149 | 150 | 151 | 152 | 153 | 154 | 155 | 156 | 157 | 158 | 159 | 160 | 161 | 162 | 163 | 164 | 165 | 166 | 167 | 168 | 169 | 170 | 171 | 172 | 173 | 174 | 175 | 176 | 177 | 178 | 179 | 180 | 181 | 182 | 183 | 184 | 185 | 186 | 187 | 188 | 189 | 190 | 191 | 192 | 193 | 194 | 195 | 196 | 197 | 198 | 199 | 200 | 201 | 202 | 203 | 204 | 205 | 206 | 207 | 208 | 209 | 210 | 211 | 212 | 213 | 214 | 215 | 216 | 217 | 218 | 219 | 220 | 221 | 222 | 223 | 224 | 225 | 226 | 227 | 228 | 229 | 230 | 231 | 232 | 233 | 234 | 235 | 236 | 237 | 238 | 239 | 240 | 241 | 242 | 243 | 244 | 245 | 246 | 247 | 248 | 249 | 250 | 251 | 252 | 253 | 254 | 255 | 256 | 257 | 258 | 259 | 260 | 261 | 262 | 263 | 264 | 265 | 266 | 267 | 268 | 269 | 270 | 271 | 272 | 273 | 274 | 275 | 276 |









10.01 @ Van Buren
12.01 @ House of Blues
13.01 @ House of Blues
16.01 @ Fox Theatre
19.01 @ The Complex
20.01 @ Fillmore
23.01 @ Aztec Theatre
24.01 @ House of Blues
26.01 @ Shrine Mosque
27.01 @ Brady Theatre
[ ver mais ]

KILL4MESAY10We Know Where You Fucking LiveMarilyn Manson - Prêmio de Ícone pela Alternative Press (2016) Third Day of a Seven Day BingeThe Mephistopheles of Los Angeles


ver +

facebook.com/marilynmanson
marilynmanson.com
twitter.com/marilynmanson


2008 - 2017 ® Marilyn Manson Brasil | Todos os Direitos Reservados