Nós costumamos postar apenas notícias dos membros atuais. Porém, hoje vamos abrir uma excessão porque, depois de três anos, pela primeira vez temos uma entrevista com o Pogo após ele ter deixado a banda. Para sermos mais breves, vamos colocar só a parte que ele fala sobre o Manson. Confira abaixo:
Quanto tempo você esteve com o Manson?
Estive com ele desde 1989. Estive com uma banda. Eu estava lá antes de, na verdade, ser uma banda. Ele me levava a shows depois que me formei na faculdade em 1988. íamos assistir essa banda que ele gostava. Eu sentaria e assistiria esses shows e diria "Esses caras são horríveis, podemos fazer melhor que isso." Em Gainesville, Flórida, por ser uma cidade universitária, há várias bandas muito boas ao vivo. Cidades universitárias sempre tiveram ótimas bandas, mas elas acabavam assim que todo mundo se formava. A coisa é, no Sul da Flórida havia essa comunidade rock que era demodê e horrível. Eles cultivavam essa coisa do rock dos anos 80 e essa merda toda. Manson e eu estávamos tipo "Podemos fazer melhor que isso." Começamos o caminho tentando ser uma banda ao vivo e fazer bons shows. Sempre fomos conhecidos mais como um conjunto de entretenimento do que músicos. Sempre fiz analogia de que nos chamar de músicos é como chapar uma stripper de bailarina. Não estou dizendo que as duas são dançarinas e não estou dizendo que as duas não são divertidas de se ver. Só estou dizendo que uma é mais uma entretainer e outra é mais uma dançarina profissional. Então, estando com o Marilyn Manson, somos strippers. Não somos bailarinas, não é o Rush.
Quando você deixou a banda?
Tecnicamente foi em 2007.
Você quer falar sobre por que você saiu?
Você sabe, com a coisa do processo. Não tenho certeza sobre o que podemos falar porque ainda há um debate sobre se eu deixei ou fui demitido porque, tecnicamente, eu era um parceiro. Ele tentou dizer que eu era um empregado e tentou me demitir. Você não pode fazer isso com um parceiro, então esses são os três anos sobre o que os processos foram.
Bem, há histórias lá fora e acho que as pessoas já formaram suas opiniões.
Eles têm o direito de fazer isso. Não vou mudar por causa disso e não vou rebaixar o Manson. Desejo o melhor para ele, mas acho que ele foi muito além da música, para ser honesto. Ele queria atuar mais, pintar e todas essas outras coisas. Acho que ele meio que esqueceu, como na "Lunchbox," de querer ser um rockstar. Você não pode servir a dois mestres. Todo músico quer ser um ator, de qualquer maneira, e todo ator quer ser um músico. É a clássica tacada-dupla de Hollywood. Sim, é só uma daquelas coisas. Não posso entrar no cérebro dele, mas acho que ele ficou um pouco rodeado demais pelo "sim-senhor" e pessoas que estavam tentando apresentá-lo de uma maneira Hollywoodiana e tentando tirá-lo da música. De um jeito estranho, porque viemos da Flórida, estávamos fora de toda essa cena do entretenimento, onde todo mundo gosta de puxar seu saco.
No mais, o Pogo fala sobre o que ele está fazendo atualmente, que é trabalhar com produção musical na Faultline Productions e, em breve, sairá um disco.
Para ler a entrevista na íntegra (em Inglês), basta clicar aqui.
Essa história merece circular
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